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Responsabilidade Social e Ética do Banco Santander

O Banco Santander decidiu implementar um plano de reestruturação, que, segundo foi comunicado, visa a otimização da sua estrutura, para os anos de 2020 e 2021, com especial incidência neste último ano.

Porém, após o início desse processo de reestruturação, ocorreu uma relevante alteração superveniente das circunstâncias, designadamente a implementação pelo Decreto n.º 3-A/2021, de 14 de janeiro, do dever geral de recolhimento obrigatório, que, na prática, resulta num confinamento do país, cujos efeitos são atualmente desconhecidos e imprevisíveis.

Assim, face ao atual estado de emergência sanitária, do sério agravamento da pandemia, das medidas legais implementadas e a implementar, decorrem efeitos e riscos tão imprevisíveis, quanto gravosos, para os trabalhadores que cessem os respetivos contratos de trabalho, particularmente por RMA.

Nessa medida, o Sindicato Nacional dos Quadros e Técnicos Bancários (SNQTB), o Sindicato dos Trabalhadores do Setor Financeiro de Portugal (SBN) e o Sindicato Independente da Banca (SIB) exigiram à Comissão Executiva do Banco Santander que suspenda o processo de reestruturação em curso até à estabilização da situação do País.

Outra coisa não se pode esperar de uma instituição com as responsabilidades laborais, sociais, éticas e humanistas que são apanágio do Banco Santander.




19/01/2021





     
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