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Inflação acelera para 0,9% em fevereiro

A estimativa rápida do Instituto Nacional de Estatística, entretanto confirmada, apontava para uma subida da taxa homóloga do Índice de Preços no Consumidor de 0,9% quando em janeiro tinha sido de 0,5%.

A inflação de Portugal aumentou em fevereiro. No mês passado, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) acelerou para 0,9%, mais 0,4 pontos percentuais (p.p.) do que no primeiro mês do ano, segundo os dados divulgados esta terça-feira, 12 de março, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

“São de destacar os aumentos das taxas de variação homóloga das classes dos transportes e dos produtos alimentares e bebidas não alcoólicas, com uma variação de 2,2% e 1,3%, respetivamente. Em sentido oposto, assinalam-se as diminuições da taxa de variação homóloga das classes da saúde e dos restaurantes e hotéis”, pode ler-se no relatório do INE publicado esta manhã.

A estimativa rápida do INE, entretanto confirmada, apontava para uma subida da taxa homóloga deste índice de 0,9% quando em janeiro tinha sido de 0,5%. “A variação homóloga estimada do indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) situou-se em 1,0% (0,8% no mês anterior)”, referia o organismo de estatística nacional a 28 de fevereiro.

O Índice Harmonizado

de Preços no Consumidor (IHPC) acelerou igualmente para 0,9% neste período de análise. O INE previa que tivesse registado uma variação homóloga de 0,9% (ou seja, mais do que os 0,6% observados no mês antecedente). Trata-se de um valor superior em 0,3 p.p. a janeiro e inferior em 0,6 p.p. à estimativa do Eurostat para os países de moeda única.

A nível europeu, de acordo com a antevisão do Eurostat, a taxa de inflação anual da zona euro terá subido para os 1,5% em fevereiro (de 1,4% em janeiro). O gabinete de estatísticas da União Europeia considera que os maiores acréscimos foram no segmento da energia (3,5%), da alimentação, álcool e tabaco (2,4%), dos serviços (1,3%) e o dos bens industriais não energéticos (0,3%).

in O Jornal Económico de 12 de março de 2019

     
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