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Comissão Sindical de Reformados - Em defesa do Anexo VI

P. Quais são as principais preocupações que neste momento se encontram no centro do debate desta comissão sindical?
R.
De entre outras, avultam, sem sombra de dúvida, os rumores, cada vez mais insistentes, de haver quem esteja a pensar na possibilidade de passar a haver aumentos diferenciados entre ativos e reformados. Nem nos passa pela cabeça, enquanto reformados que somos, que haja alguém a tentar criar essa possibilidade, até porque, como é sabido, cerca de 60 por cento da classe bancária é constituída por reformados.

P. Mas acham que uma hipótese dessas não teria viabilidade?
R.
Bom, se essa ideia fosse em frente ? o que não consideramos possível nem viável, os sindicatos acabariam por ser esvaziados. Repare: a partir do momento em que deixasse de ser aplicado o Anexo VI ? que diz que os aumentos dos bancários no ativo são feitos simultaneamente com os dos reformados ?, isso levaria à desmotivação total desses mesmos reformados para a globalidade das atividades, incluindo eleições, conselhos gerais e as demais realizações. Ora, se alguém pensar nisso só significará que estará objetivamente a prejudicar os reformados. Consideramos uma injustiça inqualificável só o facto de se pensar nisso. P. Daí as consequências que admitem poderem existir num cenário com esse? 

P. Quais são as principais preocupações que neste momento se encontram no centro do debate desta comissão sindical?
R.
De entre outras, avultam, sem sombra de dúvida, os rumores, cada vez mais insistentes, de haver quem esteja a pensar na possibilidade de passar a haver aumentos diferenciados entre ativos e reformados. Nem nos passa pela cabeça, enquanto reformados que somos, que haja alguém a tentar criar essa possibilidade, até porque, como é sabido, cerca de 60 por cento da classe bancária é constituída por reformados.

P. Mas acham que uma hipótese dessas não teria viabilidade?
R.
Bom, se essa ideia fosse em frente ? o que não consideramos possível nem viável, os sindicatos acabariam por ser esvaziados. Repare: a partir do momento em que deixasse de ser aplicado o Anexo VI ? que diz que os aumentos dos bancários no ativo são feitos simultaneamente com os dos reformados ?, isso levaria à desmotivação total desses mesmos reformados para a globalidade das atividades, incluindo eleições, conselhos gerais e as demais realizações. Ora, se alguém pensar nisso só significará que estará objetivamente a prejudicar os reformados. Consideramos uma injustiça inqualificável só o facto de se pensar nisso.

P. Daí as consequências que admitem poderem existir num cenário com esse? 
R. Temos a certeza que existiriam mesmo e que passariam pela desestabilização total dos sindicatos verticais. Mas, sinceramente, não acreditamos que se chegue a uma afronta dessas. Esta Comissão Sindical de Reformados repudia tal pretensão e desde já estará de acordo com qualquer posição que a Direção do SBN estamos certos venha a tomar no sentido da defesa do Anexo VI, pelo que rejeita liminarmente esta tentativa de discriminação.

P. Consideram mesmo que isso seria uma marginalização dos reformados?
R. Sabe, é que com muitas dezenas de anos de atividade bancária e tendo acompanhado desde sempre o trabalho das direções do nosso sindicato, não admitimos que aqueles que, por força da idade, passaram à situação de reforma, deixem de ser considerados bancários de corpo inteiro. Consequentemente, exigimos que nunca percam a qualidade de bancários, tal como lhes está conferida no atual ACT ou nos atuais AE. Mais ainda: é bom não esquecer que todo o património existente foi conseguido pelas várias gerações de bancários, incluindo pela daqueles que hoje se encontram na situação de reforma.

P. Mudando de assunto: qual o modo de funcionamento desta comissão sindical?
R.
A CSR dá, como é natural, apoio aos reformados, dentro das nossas limitações, designadamente alertando o setor do Apoio Social do SBN. Mas damos também especial enfoque às atividades recreativas e culturais. Por exemplo: desde o início do mandato já promovemos dezenas de eventos deste âmbito de todo o género, envolvendo, cada um deles, mais de duas centenas de associados. E só temos de nos congratular pelo facto de todos eles terem suscitado o agrado geral dos participantes, que, em muitos casos, sugerem e reclamam a repetição desses mesmos eventos.

P. Querem referir alguns dos mais significativos?
R.
De entre as muitas viagens organizadas, gostaríamos então de salientar, pelo seu significado, aquelas que foram efetuadas a Barcelona, a Madrid e às Astúrias, entre outras, para além dos cruzeiros. Mas não podemos esquecer as inúmeras realizações de conví- vio com a duração de um dia, no norte e no centro do país, todas elas incluindo almoço e animação musical. E há ainda a acrescentar os passeios de natureza cultural, para além de numerosas visitas como ao Museu de Arquitetura e Arte Tecnológica, em Belém, e aos museus que se encontram em toda aquela área circundante. Muito boa aceita- ção têm tido também os chás dançantes, realizados nas nossas próprias instalações, bem como a Noite de Fados. Consideramos que tudo isto traduz um modo mobilizador de proporcionar aos reformados e respetivos agregados familiares formas ímpares de convívio, suscitando oportunidades únicas para reencontrar colegas que já se não viam há muitos anos.

P. E qual a vossa apreciação sobre as instalações?
R.
Queremos salientar o interesse da Direção em proporcionar aos reformados as magníficas instalações de que atualmente dispomos. Com efeito, aqui existem espaços lúdicos, recreativos e culturais, que se encontram ao dispor de todos os colegas ? e não apenas dos reformados, de segunda a sexta-feira, das 10 às 12 e das 14 às 19 horas. Salientamos que até as paredes se encontram embelezadas pela oferta de quadros, de autoria de colegas associados. Neste capítulo, apraz- -nos registar que já aqui tivemos patentes duas exposições. A propósito: gostaríamos de solicitar a todos os colegas que possuam livros de que não necessitem ou que queiram oferecer ao coletivo bancário, que os entreguem à CSR, onde encontrarão um espaço privilegiado na biblioteca já existente e que continuará, assim e também por isso, a crescer da melhor forma.

P. Quanto às atividades de lazer?
R. Neste domínio, sublinhamos que as instalações têm vindo a aumentar de ocupa- ção, sobretudo no período da tarde, designadamente por parte de associados que se dedicam à prática de bilhar e de jogos de mesa, bem como à utilização do computador para acesso à internet, além da leitura de jornais diários. Curiosamente, registe-se que, por nos encontrarmos porta com porta com o posto clínico do SAMS, acabamos por nos transformar, naturalmente e com muito agrado nosso, num ponto de apoio a muitos beneficiários que vão a consultas e que nos visitam antes ou depois das mesmas. Por outro lado, é com muito agrado que registamos o facto de estas instalações se estarem a tornar cada vez mais um ponto de encontro para que muitos associados se revejam e agendem múltiplas atividades conjuntas para o seu dia-a-dia.

P. Quais as relações existentes com a Direção do SBN?
R.
Esta CSR tem mantido, desde o início do mandato, relações cordiais com a Direção, nomeadamente com o coordenador do pelouro a que estamos afetos, a quem queremos, nesta oportunidade, agradecer todo o apoio e empenho na concretização de tudo quanto foi levado a cabo até ao momento.

P. Uma última nota?
R.
Sim, para recordar a todos os colegas e familiares que estas instalações se encontram de portas abertas de par em par para os receber, e nós próprios, de braços abertos, para lhe dar um abraço fraterno e solidário, porque assim também se faz sindicalismo, independentemente do escalão etário em que a vida nos coloca. E, já que acabamos de franquear mais um ano, aqui ficam os votos de que o 2017 proporcione toda a felicidade possível para todos os nossos associados e membros de suas famílias.

     
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