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Comissão Sindical de Empresa do Montepio Crédito

Estrutura jovem confia num bom desfecho para assinatura do acordo de empresa

Pedro Cardoso – coordenador –, Rui Sá e Vítor Novo são os membros da Comissão Sindical de Empresa do Montepio Crédito que nos concederam a entrevista a seguir publicada

P. A vossa empresa, apesar de ter algum historial, surgiu recentemente com uma roupagem nova. Qual o processo?
R.
Efetivamente, a empresa foi criada em 1992, pelo que vai fazer a bonita idade de 25 anos, com um trabalho focado no crédito especializado a clientes e parceiros. Todavia, a nossa denominação só começou a ser de Montepio Crédito em 2013, após termos passado por um período em que se processaram diversas alterações. E é bom registar que, a partir daí, se tem vindo a verificar um crescimento sustentado do volume de negó- cios, o que se traduz também numa muito maior exposição junto do grande público. P. Quando falam em crédito especializado, referem-se particularmente a que tipo de especialização?
R. Neste sentido, temos vindo a acompanhar a evolução do mercado na Europa e nos Estado Unidos no que diz respeito ao crédito ao consumo, designadamente em termos de leasing, de ALD, de renting, de créditos pessoais aos mais diversos níveis, tudo isto direcionado para clientes particulares e empresários – por exemplo, desde a aquisição de telemóveis a computadores, de camiões TIR a automóveis e aos mais variados equipamentos para empresas

P. E quando se referiram a parceiros, falam concretamente de que género de agentes?
R.
Sobretudo da nossa rede comercial, a ní- vel nacional, que mantém a sede no Porto – como sempre aconteceu – e uma delega- ção em Lisboa. Assim, esta rede, apoiada em toda a tecnologia de informação, mantém um contacto permanente junto de, também por exemplo, concessionários das mais diversas marcas, stands de automóveis, lojas convencionais e estabelecimentos similares, para além dos balcões da Caixa Económica Montepio Geral, com quem interagimos com os respetivos clientes para produtos específicos. O que nos diferencia dos outros bancos é uma enorme agilidade de processos administrativos e burocráticos, o que nos permite uma também enorme pro-atividade juntos dos clientes e dos potenciais clientes, detetando e concretizando oportunidades de negócio com grande eficácia.

P. Quais são as vossas principais preocupa- ções como Comissão Sindical de Empresa?
R.
Temos de considerar que somos uma Comissão jovem, cujos princípios remontam apenas a janeiro de 2013, com a nomeação de dois delegados no Porto – o Pedro Cardoso e o Rui Sá –, curiosamente no mesmo dia em que foi apresentado o atual nome da empresa. Mas a Comissão só foi formalmente criada com as eleições de abril do mesmo ano, em que entrou o Vítor Novo, passando assim a ter a configuração atual. Ora, só mais recentemente, aquando das negociações do acordo de empresa para o Montepio, fomos chamos a uma atividade mais inclusiva e mais participativa, tendo estado presentes em reuniões, com membros negociadores da Febase.

P. E anteriormente?
R.
Ah, sim, já anteriormente mantínhamos uma estreita ligação com a ex-Comissão Sindical de Empresa do Finibanco, assim como mantemos agora com a do Montepio. No fundo, acabamos por trabalhar juntos, no âmbito do mesmo grupo empresarial, e por partilhar das mesmas preocupações e dos mesmos objetivos.<7p>

P. Quais são os sentimentos que recolhem dos associados, face ao momento que se vive na empresa?
R.
A partir do momento em que se come- çou a negociar este acordo de empresa, tem havido, naturalmente, alguma expetativa, e por isso os associados nos questionam sobre diversas matérias. Por isso, pela nossa parte, também temos tido a preocupação de ir junto deles prestar toda a informação que possuímos, mantendo-os atualizados a todo o tempo, com um posicionamento de serenidade e de confiança, até porque a comunicação social tem por vezes veiculado notícias segundo as quais existirá o propósito de venda do Montepio Crédito, o que não deixa de suscitar algumas interrogações.

P.Quais são então as vossas perspetivas face ao futuro?
R.
Estamos confiantes que, apesar da situa- ção económico-financeira que o país ainda atravessa, as negociações continuem a trilhar um caminho de diálogo e a mostrar-se positivas, acabando por chegar a bom porto.

P. Para terminar: qual a vossa opinião relativamente ao SAMS? R. Temos vindo a registar com agrado o alargamento do número de protocolos, embora se mantenham reclamações de associados no que se refere a limitações respeitantes ao montante das comparticipações.


     
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