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Delegação em bom funcionamento

Miguel Andrade, Júlio Maciel – coordenador – e Altino Rosa são os membros da Comissão Sindical de Delegação de Vila Real. Foi a eles que, acompanhados por João Carlos Silva, do pelouro de Dinamização Sindical e Sindicalização do SBN, fizemos a entrevista a seguir publicada.

P. Qual é o sentimento em relação à forma como está à decorrer o vosso trabalho?
R. Temos um sentimento claramente positivo, mas não temos dúvidas de que as instalações da delegação de Vila Real não são tão boas como gostaríamos que fossem. Todavia, os associados podem aqui usufruir de um bar e de uma sala de convívio.

P. Quando se fala desta delegação, qual a respetiva área geográfica de influência?
R. A nossa zona geográfica é bastante vasta, uma vez que é composta pelos concelhos de Vila Real, Sabrosa, Alijó, Murça, Mondim de Basto, Ribeira de Pena e Vila Pouca de Aguiar.

P. Neste momento, quais os principais objetivos em que se encontram concentrados?
R. O nosso primeiro objetivo é o de, numa atitude proativa sempre que possível, acompanhar os associados nos seus anseios e preocupações, dando um contributo fundamental para a resolução dos problemas. Por outro lado, sempre que solicitam os nossos serviços, estamos disponíveis para resolver as questões que nos apresentam, com toda a celeridade e com todo o respeito que os colegas obviamente merecem.

P. Mas possivelmente haverá problemas que vos ultrapassam…
R. Pois há. E, nesse caso, os assuntos que não podem ser resolvidos na delegação e que ultrapassam os nossos poderes são imediata e devidamente encaminhados para os departamentos correspondentes da sede do sindicato. P. Falamos em principais objetivos. E as principais preocupações que vos assolam, bem as que vos são transmitidas pelos associados?
R. Neste momento, são tantas as nossas preocupações que se torna difícil saber quais as principais. No entanto, talvez as maiores sejam as que se referem a todas as transformações que se têm vindo a verificar na banca em todo o país. Ora, Vila Real não é uma exceção. E por isso na área desta delegação tem acontecido também o encerramento de balcões e uma mobilidade forçada de pessoas para locais que se encontram distantes das suas zonas de residência. Como é lógico, tudo isto origina perda de associados, compensada, é certo, com a angariação de novos sócios. Mas o comportamento antiético de certos sindicatos horizontais tem vindo a desunir a classe. Entretanto, talvez mesmo que o problema mais importante neste momento se prenda com a revisão do ACT em vigor e com todas as implicações de que daí adviriam no caso de não se concretizar. Claro que estamos otimistas numa solução positiva a breve trecho. E por isso nas visitas aos balcões temos vindo a informar todos os bancários – associados ou não – para a importância da revisão do ACT. No entanto, temos de sublinhar também a permanência de uma enorme carga de ansiedade nos colegas, a par do medo generalizado que se encontra instalado, porque hoje estão a trabalhar num balcão e amanhã podem já lá não estar, bastando para tal terem recebido uma carta que os transfere para outro local qualquer. Chama-se a isto gerir a vida em cada dia, o que é absolutamente dramático. Torna-se absolutamente dramático, repetimos, viver assim. Acrescentamos até que ficamos abismados com a amplitude do dramatismo que estas situações por vezes assumem.

P. E no que diz respeito ao SAMS, qual o ponto da situação?
R. Nesta matéria, podemos referir que o encerramento do posto clínico do SAMS causou um grande transtorno e uma grande preocupação aos associados. No entanto, com a convenção feita com a clínica privada, mantiveram-se as mesmas condições do ex- -posto clínico. Para além disto, foram feitas convenções com outras entidades externas. Tudo está bem quando acaba em bem…

P. No capítulo do lazer e dos tempos livres, quais as atividades mais significativas?
R. As atividades de lazer e de tempos livres têm os pontos mais altos com a organização de viagens em Portugal e no estrangeiro – que registam sempre assinalável adesão por parte de grande número de associados e de membros dos respetivos agregados familiares –, bem como com a tradicional festa de Natal. Repetimos: estas iniciativas têm vindo a ser sempre reiteradamente apreciadas e participadas por um significativo número de associados.

P. Em conclusão…
R. É isso. Em conclusão, gostaríamos de salientar que esta delegação funciona bem e que o nosso principal objetivo é o de apoiar e satisfazer todos os nossos associados, fazendo com que se sintam parte integrante desta estrutura. E, mesmo a terminar, queremos agradecer a todos os nossos sócios e familiares todo o apoio e amizade com que nos têm brindado, para continuarmos, todos juntos, a fazer o nosso melhor.

Miguel Andrade, Júlio Maciel – coordenador– e Altino Rosa











     
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