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Comissão Sindical da Delegaçao de S. João da Madeira

Os sócios são a razão de ser da nossa existência

“Os sócios são a razão de ser da nossa existência.” Esta é a frase que traduz a forma de ser e de estar no sindicalismo dos membros da Comissão Sindical da Delegação de S. João da Madeira, conforme nos transmitiram na entrevista que a seguir publicamos.

P. Consideram que estas instalações estão dotadas de condições condignas para proporcionarem as respostas que os associados exigem.
R. Não temos dúvidas de que as instalações da delegação de S. João da Madeira são de ótima qualidade para os associados, que podem usufruir da sala de convívio com televisão, máquina de setas, snooker, matraquilhos, ténis de mesa, jogos de tabuleiro e cartas, sala para manutenção física com balneários e sala de aulas para a realização de formações e de workshops.

P. Qual a vossa zona geográfica de influência?
R. Neste caso temos de considerar que é bastante vasta, uma vez que é composta pelos concelhos de Espinho, Santa Maria da Feira, Ovar, S. João da Madeira, Oliveira de Azeméis, Vale de Cambra, Sever do Vouga, Castelo de Paiva e Arouca, num total de 170 balcões e abrangendo um universo de mais de mil bancários associados justa, correta e sempre de acordo com a maioria. O nosso primeiro objetivo é fazermos visitas a balcões, de forma a podermos acompanhar os sócios nas ansiedades e preocupações e podermos dar o nosso contributo para a resolução dos problemas. Por outro lado, sempre que os associados nos procuram, seja com assuntos graves ou menos graves, temos por princípio tratá-los com a dignidade e com o respeito que os colegas merecem.

P. Mas certamente que haverá assuntos que não poderão ser resolvidos no âmbito da delegação…
R. Claro que há. Mas quando os assuntos são de índole que ultrapassam os nossos poderes, fazemos o devido encaminhamento para os serviços competentes do SBN…

P. E quais são neste momento as vossas principais preocupações?
R. São tantas!... Mas podemos dizer que as nossas grandes preocupações têm a ver com a transformação que se vive na banca, nomeadamente com o encerramento de balcões e com a constante redução do quadro de pessoal por via de rescisões e de reformas antecipadas. Tudo isto se traduz em perda de associados e na impossibilidade de haver novos sócios, além de, quanto a nós, proliferarem sindicatos a mais na nossa classe. Todavia, preocupa-nos igualmente o modo vertiginoso com que no passado recente se alteraram as leis laborais do nosso país e, nomeadamente, como nós, bancários, estamos a sofrer na pele essas consequências.

P. Podemos considerar, pois, esse, como um resumo do essencial daquilo que mais vos aflige…
R. Não, não! Há mais! Infelizmente há muito mais! Desde já, por exemplo, a situação por que passaram e passam os colegas do MillenniumBcp, do Banco BIC, do Banif, do BBVA, do Barclays e do do SBN.

P. Quais os objetivos que perseguem no desempenho da vossa atividade sindical?
R. Para responder a essa pergunta, impõe-se sublinhar que a gestão desta casa é feita de forma que cada decisão tomada seja séria, Novo Banco são também motivo de grande preocupação da nossa parte. Repare: recentemente visitámos balcões do Novo Banco e detetamos situações muito graves, relacionadas com a segurança e com a integridade física dos nossos colegas. Vários deles foram já ameaçados por clientes! Inclusivamente vários colegas têm um post-it no monitor com o número da PSP local, que ligarão se considerarem que o grau das ameaças o justificar.

P. Pronto. Podemos então ficar por aqui?
R. Ainda não! Isto porque por último e quiçá a maior das preocupações prende-se com a possível caducidade do ACT em vigor, coisa que eventualmente a maioria dos bancários ainda não tomou a devida consciência, apesar dos constantes alertas que vamos fazendo aquando das nossas visitas.

P. Relativamente ao SAMS, como está a funcionar?
R. Nesse domínio, é necessário que se diga que o grande lamento desta equipa foi o encerramento do posto clínico do SAMS que existia nesta delegação. A Direção do SBN assim o entendeu e aqui não será o lugar certo para discutirmos a bondade dessa decisão. O encerramento causou aos associados desta região um enorme transtorno e preocupação, tanto mais que a abertura da nova clinica demorou muito mais que o previsto. Mas felizmente que já está a funcionar e com enormes vantagens para os nossos sócios. No entanto, apesar do nosso esforço e do nosso empenho para dotarmos a nossa área geográfica de protocolos clínicos, temos constatado que a concretização se mostra difícil.

P. Quais são as vossas principais atividades de lazer e de tempos livres?
R. As atividades de lazer promovidas por esta delegação são um pouco já tradicionais, e porquê? Porque nos orgulhamos de as realizar bem e de os nossos associados já estarem à espera das nossas iniciativas, de que destacamos um passeio anual, normalmente de três dias, em que participam sempre mais de cem associados. Por outro lado, anualmente promovemos a realização de vários torneios, que são muito participados pelos colegas.

P. Em jeito de conclusão, pretendem salientar algo mais?
R. Bem, nesse caso gostaríamos de realçar que nesta delegação todos “remam para o mesmo lado”: agimos como uma verdadeira família. A nossa forma de atuar tem como objetivo pormos os sócios sempre em primeiro lugar, o que faz com que se sintam apoiados e com que se sintam também como membros desta grande família. A todos os associados queremos agradecer o apoio e a confiança que depositam em nós, porque continuaremos a dar tudo por eles.

     
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