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… e aprovou as contas referentes ao ano transato

A Comissão Permanente aprovou também o Relatório e Contas do exercício de 2013.


Dos documentos aprovados pela Comissão Permanente, sobressai o facto de o resultado líquido consolidado do SBN, no exercício em apreço, ter sido positivo, em 519 mil euros.

Ora, em termos consolidados, e ao nível dos rendimentos, foram recebidos 29,893 ME a título de quotizações e contribuições, valor que representa 88,55% do total dos rendimentos. Comparativamente com o exercício anterior, registou-se uma diminuição de 800.866E, ou seja, o equivalente a uma variação de -2,61%.

Os rendimentos resultantes das atividades de âmbito clínico (que incluem os montantes provenientes da venda de senhas de consulta, de análises clínicas, de atos médicos internos e de penalizações por falta a consulta, entre outros) cifraram-se em 819.409€.

No que se refere aos gastos, verificou-se a predominância da despesa com a atribuição de comparticipações, representando um peso de 63,76 % no seu total, cifrando-se esta rubrica em 21,194 ME.

Constatou-se igualmente que, face ao ano anterior, a despesa global resultante da atribuição de comparticipações sofreu um agravamento de cerca de 5,12%. Para esta evolução, há que destacar o aumento registado em Assistência Medicamentosa (+427.365€), Consultas Médicas (+163.733€), Intervenções Cirúrgicas (+169.251€), Tratamentos (+140.573€), Próteses Oculares (+207.555€) e Próteses Dentárias (+116.977€).

Seguindo as boas práticas contabilísticas, o SBN considera apenas em Gastos com o pessoal as verbas despendidas com os órgãos estatutários e com o pessoal vinculado à Instituição através de contrato individual ou coletivo de trabalho, enquanto os honorários pagos a trabalhadores independentes são considerados como serviços externos, classificados portanto em FSEs. Ora, se considerarmos ambas as rubricas, constatamos que estas ascenderam a 6,40 ME.

No decurso deste exercício, os Corpos Gerentes procuraram atuar em algumas áreas da despesa, razão pela qual, e ao nível dos Fornecimentos e Serviços Externos, se conseguiram obter as seguintes reduções: Honorários (-26.603E), Deslocações e estadas (-24.288E), Limpeza, higiene e conforto (-5.880E) e Combustíveis (-4.632E).

No desenrolar da apresentação das contas deste exercício, a Direção aproveitou igualmente para salientar o razoável desempenho económico- financeiro obtido na área dos SAMS, com o Regime Geral a alcançar um resultado líquido de 44 mil euros e o Fundo Sindical de Assistência cerca de 309 mil euros.

Igualmente no domínio dos SAMS, a Direção destacou o facto de terem sido prestados internamente (nos Postos Clínicos) 170.623 atos, referentes a 69.033 Consultas, 35.780 Exames (MAD), 1.099 Pequenas cirurgias, 32.787 Tratamentos e 4.077 Próteses Dentárias.

No que se refere à Loja de Ótica, destacou-se o nível dos resultados líquidos alcançados (cerca de 139 mil euros). Depois de em 2012 se ter procedido à transferência da localização da loja de S. Brás (no Porto), para um novo espaço (existente no mesmo edifício), com projeção para o exterior, no decurso deste ano alcançou-se um volume de negócios bastante interessante (muito próximo de um milhão de euros). Assim, e analisando em maior detalhe a evolução do volume de faturação, verificou-se a existência de um crescimento de 106.534E no Posto de venda de S. Brás e de uma redução de 6.297E em Aveiro e de 2.235E em Bragança.

A Direção realçou igualmente a manutenção do razoável nível de rentabilidade, liquidez, alavanca financeira e risco do SBN. De facto, o rácio de liquidez geral foi de 1,96, revelando a existência de uma elevada capacidade para honrar os compromissos de curto prazo do SBN. Inclusivamente, verificou-se que o montante em caixa e depósitos bancários cobre 23% do Passivo Circulante (na medida em que a liquidez imediata era de 0,23). Por sua vez, a rentabilidade dos capitais próprios foi de 1,97%, valor considerado razoável para o efeito.

Constatou-se igualmente que o SBN continua a ser alavancado pelos Capitais Alheios, já que a Autonomia Financeira foi de 39,96%. Verificou-se igualmente que os Capitais Permanentes assumiram uma menor importância no financiamento do Imobilizado (em 2013 este indicador era de 3,75), o que equivale a afirmar que os investimentos continuam a ser financiados por capitais de longo prazo. No que se refere ao rácio Ativo Corrente / Ativo Total, este foi de 81,40%, tendo sofrido um ligeiro decréscimo face ao verificado nos anos anteriores, como consequência da redução verificada nos montantes existentes em caixa e depósitos bancários.

Em suma, os resultados obtidos, em termos económicos e político- -sindicais, foram encarados, por parte da Direção, de uma forma moderadamente otimista, tendo sido percecionados como um importante instrumento para a concretização dos objetivos constantes no Programa de ação deste mandato, oportunamente apresentado a sufrágio.


     
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