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Cientistas…

A primeira noção que me ocorre em relação a alguém que investiga é a sua irreverência, a sua má educação, entendendo-se educação o respeito sagrado à ciência vigente. O cientista é rude no seu ofício; aparentemente ele parte e fragmenta o que se acredita ser verdade. Desculpem-me, respeitáveis eminências, mas aquilo que Vossas Excelências ensinam não é verdade.

Esta noite cheguei à conclusão disso mesmo. Por isso a investigação e a cátedra andam muitas vezes à turra e à massa sobre a verdade da coisa. A cátedra é diplomática e sabe viver – oh se sabe!... – agora com esta relação às empresas, que deveriam ser mandadas mas são mandantes (o dinheiro faz tantos milagres!...). A investigação, a verdadeira, é feita de tipos idealistas, que a maior parte deles não liga nada ao dinheiro. Mas, no meio destes dois tipos que descrevo, estão os ilusionistas, os travestis e outros tipos de “cientistas”.

Uns que inventam o já inventado (os ilusionistas), os professores da cadeira que também dão uma perninha na investigação (os travestis) e depois todos os outros seres “científicos”, alguns dos quais continuam a descobrir o caminho marítimo, aéreo ou terrestre para o subsídio…


Manuel Barreiro de Magalhães, médico do SAMS

     
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