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… e o Orçamento para o exercício de 2014

Na mesma reunião do Conselho Geral, foram ainda aprovados as Bases gerais e o Orçamento para o ano de 2014.
Este documento prevê um resultado líquido consolidado positivo, de 295 mil euros, para esse exercício, apurado da seguinte forma:
Atividade Sindical: 77.638 €
Regime Geral: -317.352 €
Fundo Sindical de Assistência: 401.461 €
Loja de Ótica: 132.964 €

Ao nível dos rendimentos, este orçamento prevê um total de 29,094 Me recebidos a título de quotizações e contribuições (representando 88,75% do total dos rendimentos) e, no que concerne à área exclusivamente dos SAMS, 857 Me de rendimentos provenientes de serviços clínicos (que incluem os valores resultantes da venda de senhas de consulta, de análises clínicas, de atos médicos internos e de penalizações por falta a consulta, entre outros).

Foram orçamentados 570 Me pela prestação de serviços sociais, ou seja cerca de -28,36% do valor contabilizado no último exercício encerrado (em 2012), uma vez que se tem vindo a assistir a uma redução do volume de negócios praticados no âmbito dos tempos livres e lazer (referimo-nos à promoção de férias e à utilização do cartão SBN/GALP).

Relativamente aos Rendimentos suplementares, prevê-se contabilizar 670 Me, os quais incluem 315 Me provenientes de rendas. No decurso da explanação dos princípios básicos que nortearam a elaboração do Orçamento para 2014, o Tesoureiro da Direção, Alberto Simão Mota, referiu que “porque consideramos mais sensato, propomos uma maior contenção do nível dos gastos na generalidade dos Pelouros que integram a Direção do Sindicato, sem prejuízo da área da Negociação Coletiva e dos SAMS, entendidos como pilares da nossa atividade”.

Assim, e no que concerne aos gastos, estima-se que estes atinjam os 32,487 Me, dos quais 20,908 Me referem-se a despesas com a atribuição de comparticipações, o que se traduziria num aumento de 3,46% face ao montante contabilizado em 2012, e na medida em que o Conselho de Gerência dos SAMS se propõe a “promover a atualização da tabela de comparticipações, com critério e rigor, e sem comprometer a necessária e desejável estabilidade financeira da instituição” (conforme o referido no Programa de ação do Regime Geral).

Para melhor explicitação da evolução prevista com esta rubrica, apresenta-se de seguida um gráfico contendo os valores registados no período 2001 - 2014, com inclusão dos montantes aprovados pelo Conselho Geral para o presente exercício de 2013 e para o próximo ano: Por outro lado, e porque a Direção entende que o principal interesse é manter o fortalecimento da atividade sindical, efetuou-se um reforço das dotações orçamentais para as visitas aos balcões. E isto porque, tal como é referido no Programa de ação, “mantemo-nos firmes no propósito de promover a aproximação aos Bancários, através do incremento da sua sindicalização e da respetiva participação e envolvimento da estrutura sindical”.

Em 2014, prevê-se uma economia ao nível dos Fornecimentos e Serviços Externos, com uma redução da despesa nas principais rubricas, tais como: Conservação e reparação (-73.068 e), Eletricidade (-5.294 e), Deslocações e estadas (-29.031 e), Comunicação (-42.189 e) e Contencioso e notariado (-8.762 e). Seguindo as boas práticas contabilísticas, o SBN classifica apenas em Gastos com o pessoal os valores pagos aos órgãos estatutários e ao pessoal vinculado à empresa (através de contrato individual ou coletivo de trabalho), enquanto que as remunerações atribuídas aos trabalhadores independentes são considerados como serviços externos, sendo portanto classificados em FSEs.

Ora, se efetuarmos o somatório de ambas as rubricas, diremos que a Direção estima despender 6,529 Me com esta tipologia de despesa. A perda do volume de Contribuições esperadas para os SAMS, associado ao aumento do gasto com Comparticipações, deverão fazer com que, no próximo ano, o Regime Geral apresente um desempenho económico-financeiro menos favorável. Por sua vez, é expetável que tanto o Fundo Sindical de Assistência como a Loja de Ótica tenham um bom registo, prevendo-se um resultado líquido de 401 Me e 133 Me, respetivamente.

No que se refere a esta Unidade de Exploração (a Loja de Ótica), estimou-se um volume de negócios na ordem dos 1,09 Me para 2014 (o qual a concretizar-se, passará a ser, a este nível, o melhor registo desde a sua abertura). Por todos estes factos, a Direção caracterizou o Orçamento aprovado como um documento concebido na base do rigor e da transparência, e que vai seguramente permitir ao SBN alcançar um bom desempenho económico-financeiro no desenrolar do próximo exercício.

     
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