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Inteligência emocional: os caminhos que levam ao sucesso

A conjuntura económica atual transporta-nos para um mundo interpessoal cada vez mais competitivo. Os mercados abriram os portões e as mercadorias fluem com uma enorme facilidade, fruto da evolução natural dos modelos políticos, económicos e das tecnologias. Neste contexto, os povos ligam-se entre si, exibindo as suas qualidades e provocando uma aceleração constante na inovação. Esta tendência obriga-nos a traçar estratégias que nos permitam conviver com esta nova forma de estar no mundo.

Para obtermos sucesso neste contexto tão exigente, não podemos perder o fôlego, deixando esmorecer as nossas forças, a nossa enorme capacidade para ultrapassar obstáculos. Para isso, há que estar motivado. A motivação, a persistência e o otimismo são, sem dúvida, os ingredientes elementares que devemos utilizar na nossa atitude de vencedores. Devemos ter plena convicção que dominamos a nossa vida para atingir os nossos objetivos. O sentimento é a pedra basilar na navegação pelas decisões que temos que tomar.

Controlar as emoções que ocorrem no nosso íntimo apresenta- se como o grande segredo ancestral. Há sentimentos extremamente nefastos, como a raiva, a ansiedade e a melancolia, que minam o nosso equilíbrio biológico, atrofiando, muitas vezes, a manifestação dos nossos talentos.

A inteligência emocional é entendida como a capacidade de entender, gerir e expressar corretamente os nossos sentimentos, assim como a capacidade de lidar com as emoções dos outros, de encontrar o equilíbrio, aquela sensação de calma, de bem-estar. Faz parte dos nossos desejos. E para que isso aconteça há que seguir alguns passos:

Saber lidar com emoções negativas, varrê-las do nosso pensamento. Mudar a atitude interior, aprender a relaxar, a apaziguar o corpo e a mente e cultivar pensamentos bons e positivos.
Saber lidar com a pressão, nunca esquecer a nossa enorme capacidade de adaptação. Devemos ser assertivos, procurando sempre soluções práticas e equilibradas, ou reativos, mantendo as emoções sob controlo. Assim, as decisões irão depender delas.
Interpretar a emoção dos outros, as expressões físicas, emocionais e verbais, comunicando de maneira efetiva a partir dessas conclusões.
Expressar emoções difíceis, estabelecendo limites claros, para que as pessoas identifiquem a nossa posição em situações difíceis, expressando a tristeza, a raiva, a frustração ou a irritação.

“A chave para tomar boas decisões pessoais é ouvir os sentimentos”
– David Goleman.

Há que reconhecer a presença de um sentimento na altura em que ele ocorre. O nosso sucesso profissional engloba a nossa produtividade, a qualidade e as relações.
Depois deste reconhecimento sobre a importância do universo das emoções, apresento-vos os quatro passos para atingir qualquer meta:
1. Definir o que se pretende alcançar, em harmonia com a nossa inclinação natural, a nossa vocação.
2. Começar a agir. “A longa viagem começa com um passo” - provérbio chinês. Não devemos cair na ilusão do perfecionismo, até porque isso só vai atrasar os planos.
3. Focarmo-nos nos “feedbacks”. O jogo do quente e do frio. Há que avançar, o “feedback” dará a noção da maior ou da menor proximidade em relação aos nossos objetivos.
4. Sermos flexíveis. Se as nossas estratégias não nos estão a levar ao destino pretendido, há que ser flexível, mudando o nosso plano de ação. Deixo-vos com um enorme sorriso! Sejam felizes! Susana Nogueira

     
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