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Entrega de prémios do ano desportivo

Será constituída em breve uma comissão para propor estatutos de um sindicato único - anunciou Mário Mourão

“Quaisquer que sejam os resultados eleitorais de abril, orgulho-me de ter estado numa Direção que deu os primeiros passos para a criação de um único sindicato no setor. Com efeito, o processo já foi iniciado, com a auscultação das tendências nos três sindicatos, ao que se seguirá, em breve, a constituição de uma comissão para propor os estatutos” – anunciou o presidente, Mário Mourão, numa intervenção durante a cerimónia de entrega de prémios do ano desportivo de 2012, ocorrida no passado dia 26 de janeiro. Inicialmente, Henrique Rêgo, responsável pelo pelouro do Desporto, elogiou os homenageados, agradeceu a todos os que colaboraram para tornarem possível o êxito das múltiplas provas nas mais diversas modalidades, agradeceu também a presença dos seus homólogos do SBSI (António Ramos) e do SBC (Francisco Carapinha e António Pimentel) e chamou ao palco, para a entrega dos prémios, os dois outros responsáveis pelo pelouro – Alfredo Correia e Francisco Mateus.

Só perde quem deixa de lutar Mário Mourão começou por sublinhar que 2012 não foi um ano fácil para os trabalhadores, particularmente para os bancários: “Cito, por exemplo, a afronta do ex-Finibanco, que nos fez sair para a rua e ir para a barra dos tribunais. Mas valeu a pena!

Só perde quem deixa de lutar!

E depois vieram os casos do Banif, do Barclays e do Millenium, estes a obrigar à saída da banca de um milhar de trabalhadores.” Mourão prosseguiu, exaltando o esforço que tem sido feito no sentido de sensibilizar novos sindicalizados: “Nestas alturas é que se percebe a diferença entre os sindicatos que pautam a ação pela defesa dos postos de trabalho e aqueles que apenas se dedicam à área da saúde, como foi no caso do Millenium, em que dissemos aos trabalhadores que, independentemente da sua opção, nós estaríamos ao seu lado.

E isso o dissemos ao presidente do BCP, Nuno Amado, que não pouparíamos esforços, nem materiais nem financeiros, para defendermos os nossos associados. Aliás, foi nessa conversa que ele nos informou que o banco não teria intenção de repetir em 2013 o mesmo processo de rescisões.”

A seguir, o presidente da Direção advertiu para o facto de 2013 também não se perspetivar um ano fácil: “Temos de nos preparar. As notícias não vão ser boas. Mas não é o momento de desmoralizarmos. O SBN está pronto para todas as lutas que tivermos de travar em defesa dos direitos dos nossos associados” – concluiu Mário Mourão.

     
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