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SBN comemorou S. Martinho em Vila Nova de Cerveira

O Sindicato dos Bancários do Norte comemorou o S. Martinho com um magusto no dia 17 de novembro, em Vila Nova de Cerveira. Os autocarros partiram às 9h30 junto à Câmara Municipal, em direção a Viana do Castelo, onde foi visitado o Mosteiro de Santa Luzia. O Santuário localiza-se no alto do monte homónimo, na freguesia de Santa Maria Maior, na cidade, concelho e distrito de Viana do Castelo.

Um dos “ex-libris” da cidade, dali se descortina uma vista ímpar da região que concilia o mar, o rio Lima com o seu vale e todo o complexo montanhoso envolvente, panorama considerado um dos mais bonitos do mundo segundo o “National Geographic”. A basílica foi principiada em 1903, por iniciativa do padre António Martins Carneiro, com projeto do arquiteto Miguel Ventura Terra.

A última etapa da construção, sob a direção do arquiteto Miguel Nogueira Júnior, a partir de 1925, é considerada como inspirada na Basílica de Sacré Coeur, em Paris. Os trabalhos de cantaria, em granito, são de responsabilidade do mestre canteiro Emídio Pereira Lima. Aberta ao culto em 1926, os trabalhos estenderam-se até 1943. Desde 1923 é servida por um elevador. O santuário compreende ainda o Núcleo Museológico do Templo- Monumento de Santa Luzia, constituído por uma sala na parte inferior. O acervo é constituído por talha, imagens e azulejos. O templo apresenta planta na forma de cruz grega, com elementos em estilo neorromântico, neogótico e bizantino. No zimbório, uma varanda permite, em dias claros, descortinar um amplo panorama da região.

Em termos artísticos, os vitrais das rosáceas foram executados em Lisboa, na oficina de Ricardo Leone. O afresco que representa a Via Sacra e a ascensão de Cristo, na cúpula, é de autoria de Pereira da Silva. Os dois querubins no altarmor são de autoria do escultor Leopoldo de Almeida e foram executados em mármore de Vila Viçosa pelos mestres Emídio Lima e Albino Lima. À entrada do templo destaca-se uma estátua do Sagrado Coração de Jesus, em bronze, de autoria do escultor Aleixo Queirós Ribeiro, datada de 1898. O carrilhão é composto por 26 sinos.

Por causa da chuva, os cerca de 240 participantes não puderam desfrutar dos magníficos jardins do restaurante onde foi servido o almoço, mas, em compensação, no interior das instalações, a dança redobrou de intensidade até ao fim da tarde, animada por música ao vivo.

     
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