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Discorrendo...

1. Liberdade é sabermos escolher o que convém a toda a comunidade, mas não tirar dela proveito próprio. Através de uma operação policial denominada ‘Remédio Santo’, ficamos a saber que o SNS (para além do bombo da festa que tem sido por parte daqueles que o querem ver banido para sempre), terá sido lesado, segundo se calcula, entre 50 a 100 milhões de euros. Daqui se infere que muita da desgraça que se abateu sobre a população portuguesa, que está a pagar com o desemprego e condições de vida muito gravosas, foi e é provocada por alcateias de criminosos sem escrúpulos, os quais, postados em postos estratégicos, têm lesado o país em milhões e milhões de euros, para depois sermos todos chamados a pagar o mal que não fizemos e, ainda por cima, sermos acusados de termos estado a viver acima das nossas posses.

2. Três ‘enormes’ mulheres, em Helsínquia, no campeonato europeu de atletismo, honrando a nossa portugalidade de nove séculos, escreveram mais uma página das muitas que nos honram como nação e como pátria. Assim, Dulce Félix, medalha de ouro nos 10 mil metros, Patrícia Mamona, ‘mamou’ a medalha de prata no triplo salto, e, por fim, Sara Moreira, arrebatou a medalha de bronze nos 5 mil metros. Benditos e exaltados sejam todos aqueles que, por feitos alcançados, honras granjeiam para glória da Pátria que os viu nascer, sem dela pedirem mais do que merecem.

3. Para assombro daqueles massacrados diariamente com o que se passa no Parlamento Português – um verdadeiro ‘congresso de negócios’ em que pontificam as negociatas público-privadas e desmandos de todo o jaez –, os mesmos ‘crânios e cangalheiros’ deliberaram esbanjar tempo e dinheiro, que é nosso, no arregimentar de mais uma ‘comichão’, a décima inquirição, ao fatídico ‘caso Camarate’, de má memória. Como é possível aguentar-se tanto despautério, quando já foi mais que ultrapassado o tempo de ‘enterrar os mortos e cuidar dos vivos’? Haja pachorra para aturar tanta loucura coletiva em despesismo e vacuidade!


José Amaral

     
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