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No Palácio da Brejoeira: SBN comemora Dia Internacional da Mulher

Para assinalar a efeméride do Dia Internacional da Mulher, a Direção do SBN, em colaboração com o GRAM, promove, em 10 de março, um passeio com visita ao Palácio da Brejoeira, em Monção, iniciativa que inclui almoço e tarde dançante, com animação ao vivo. As inscrições são formalizadas nos serviços do Sindicato, onde poderão ser obtidas mais informações.

Palácio da Brejoeira
Muito se tem relatado sobre a vida faustosa do palácio. Muitas pessoas que terão sido recebidas naquela moradia relatam uma amável hospitalidade e a presença de ilustres figuras da sociedade portuguesa, como o Duque de Saldanha, Pinho Leal, D. António Alves Martins bispo de Viseu e José Augusto Vieira.
O Palácio da Brejoeira, monumento nacional desde 1910, foi mandado construir em 1806, por Luís Pereira Velho de Moscoso fidalgo da Casa Real e Cavaleiro da Ordem de Cristo no lugar da antiga Quinta do Vale da Rosa, propriedade da família desde longa data.
A obra ficou concluída 28 anos mais tarde, já sob a orientação do filho Simão.
O projeto original é atribuído a Carlos Amarante, arquiteto de Braga, que terá conhecido o primeiro proprietário na altura em que ambos prestavam serviço no Regimento das Milícias.
Os trabalhos de construção foram entregues ao mestre Domingos Pereira do Sopo, de Vila Nova de Cerveira, e as pinturas dos salões a um artista de Valença.
Em 1901, a propriedade, em ruínas, foi comprada pelo conselheiro Pedro Maria de Fonseca Araújo, importante comerciante do Porto.
Encomendou então a Ventura Terra, um arquiteto de Seixas, grandes obras de restauro e construiu a capela, o teatro e o jardim de inverno, bem como instalou a eletricidade.
Procedeu também a um novo arranjo da quinta, sendo daquele período a construção do frondoso bosque, do lago e das grutas, de autoria de Jacinto de Matos, um horticultor do Porto.
Nos anos trinta, o palácio foi mais uma vez vendido, tendo sido adquirido pela família da atual residente e acionista maioritária da sociedade anónima que detém o monumento, Hermínia de Oliveira Paes, que reestruturou a propriedade e procedeu à plantação e comercialização do prestigiado vinho da casta do alvarinho Palácio da Brejoeira.


O meu nome é Mulher!
No princípio era a Eva
Criada para a felicidade de Adão
Mais tarde fui Maria
Dando à luz Aquele
Que traria a Salvação
Mas isso não bastaria
Para eu encontrar perdão.
Passei a ser Amélia
A mulher de verdade
Para a sociedade
Não tinha a menor vaidade
Mas sonhava com a igualdade.
Muito tempo depois, decidi:
Não dá mais!
Quero a minha dignidade.
Tenho os meus ideais!
Hoje, não sou só esposa ou filha
Sou pai, mãe, arrimo de família
Sou caminheira, taxista,
Piloto de avião, policial feminina,
Operária em construção...
Ao mundo peço licença
Para atuar onde quiser
Meu sobrenome é COMPETÊNCIA
E meu nome é MULHER!

Autor desconhecido

     
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