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Tudo para as empresas?
Segundo o Boletim Estatístico de julho do Banco de Portugal, no primeiro trimestre deste ano os custos das empresas com os recursos humanos caíram 1,3%, o que parece estar relacionado com os ganhos obtidos nos custos com pessoal, com a redução do efetivo laboral ou com as políticas de substituição de trabalhadores que entram a ganhar salários mais baixos do que os foram substituir. Os empresários estão, globalmente, a cortar nos custos das unidades, num momento em que o ritmo de aumento de produção se aproxima dos níveis que constituíam a média no período precrise. Para além disso, há que salientar, ainda segundo o mesmo boletim, que a produtividade em Portugal em 2010 foi de 2,9%, enquanto na zona euro foi de 2,2%.

Novo acordo europeu em prol dos investimentos e dos empregos
O relatório final da comissão especial do Parlamento Europeu sobre a crise financeira, económica e social, adotado em Estrasburgo, constitui um vibrante apelo a uma cooperação reforçada e a "mais Europa", fazendo-se assim eco das reivindicações expressas há longa data pelo movimento sindical. Os sindicatos apoiam plenamente as recomendações do relatório para um "Novo Acordo" europeu em prol da inovação, da criação de empregos e de investimentos em Investigação e Desenvolvimento, a fim de estimular a necessária competitividade para garantir um crescimento verde e duradouro. "É crucial desenvolver uma solução europeia e evitar uma renacionalização das políticas que não farão mais do que agravar os problemas sociais, alimentar a xenofobia e provocar conflitos" - conclui a CES.

Sindicatos levam salário mínimo e imposto extra a Passos Coelho
As duas centrais sindicais pediram audiências ao primeiro ministro, que agendou reuniões separadas. No final da reunião, João Proença, secretário geral da UGT, disse que "foi uma primeira abordagem, uma abertura ao diálogo, mas só veremos os resultados mais tarde", tendo acrescentado que "o primeiro ministro não nos tranquilizou relativamente à aplicação do imposto extraordinário sobre o 13.º mês". A UGT manifestou ainda ao primeiro ministro preocupações sobre a situação económica e social do país, em particular quanto ao elevado nível de desemprego, e defendeu a necessidade de se iniciar rapidamente o processo de negociação, em concertação social, de um acordo para a competitividade e o emprego.

UGT exige que Portugal deixe de financiar as agências de "rating"
Atendendo à atuação considerada menos transparente das agências de rating, "a UGT exige que o Governo e a União Europeia deixem de financiar aquelas agências, reivindicando idêntico comportamento de todas as outras entidades públicas, nomeadamente municípios e empresas do Setor Empresarial do Estado", disse o secretário geral, João Proença, em conferência de imprensa.

Bruxelas muda regras para "ratings" no outono
A regulamentação das agências de ‘rating’ exige que a CE faça uma avaliação até ao final de 2012. Por isso, a Comissão Europeia deverá apresentar, no outono, uma proposta legislativa para melhorar a regulamentação daquelas agências. Apesar das fortes críticas que as empresas de notação financeira têm suscitado, a complexidade dos trabalhos em Bruxelas impede que a resposta seja mais célere. As exigências são velhas. Na última consulta pública, conduzida pela Comissão Europeia, não só se alertou para os riscos de uma excessiva dependência das agências de ‘rating’ como se apelou à necessidade de aumentar a concorrência neste setor, aumentar a transparência na atuação, uniformizar critérios, reduzir a subjetividade e, sobretudo, criar a possibilidade de responsabilidade criminal.

Salários em Portugal crescem ao ritmo mais lento de toda a UE
Segundo dados divulgados pelo Eurostat, os salários na zona euro aumentaram 2,6% no primeiro trimestre de 2011, mas em Portugal o aumento situou-se abaixo da média (0,8%), Na Europa dos 27 (2,7%), para além da Grécia e da Irlanda, que registaram um decréscimo de 6,8% e de 2,2%, respetivamente, o que os coloca num plano negativo face ao conjunto dos países europeus, Portugal é mesmo o país com menor aumento do custo da mão de obra.

Recibos verdes obrigatórios por via eletrónica desde 1 de julho
Desde 1 de julho que a emissão de recibos verdes passou a ser feita, obrigatoriamente, através do modelo eletrónico, medida que ajuda a controlar a fraude fiscal. Segundo o vice presidente do Sindicatos dos Trabalhadores dos Impostos, Marcelo de Castro, esta medida, que até aqui era opcional, é mais um mecanismo de ajuda ao controlo da fraude. Fora desta obrigatoriedade vão ficar os titulares que não estão obrigados ao envio da declaração periódica de IVA.

Portugal é o quarto país com mais desemprego na OCDE
Segundo dados divulgados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), apenas três países daquela organização registaram em abril uma taxa de desemprego maior do que a portuguesa. Portugal registou uma taxa de desemprego de 12,6%, valor superado apenas pela Espanha, com 20,7%, pela Irlanda (14,7%) e pela Eslováquia (13,9%). Segundo os mesmos dados, entre as 34 economias do grupo e para as quais há dados disponíveis, Portugal foi o país onde o desemprego mais se agravou ao longo deste ano, com o desemprego a subir 1,7%.

Isenção de taxas moderadoras
A isenção das taxas moderadoras na saúde poderá acabar para quem ganhar mais que o salário mínimo, já que o Governo se prepara para alterar as regras em setembro e que vai ter como critério os rendimentos dos utentes. Apenas as pessoas com rendimentos iguais ou inferiores ao salário mínimo nacional ficarão isentas. Recorde-se que atualmente, grávidas, crianças, desempregados, doentes crónicos e dadores de sangue estão isentos do pagamento.

Medicamentos inovadores demoram um ano a ser aprovados em Portugal
Segundo um estudo divulgado pela indústria farmacêutica, Portugal é um dos países europeus onde o processo de aprovação de medicamentos inovadores é mais demorado, tendo uma média de 350 dias para entrar no mercado. A par está também a Espanha, seguida da Itália e da França, que, no entanto, já apresenta uma demora de menos de 300 dias. No estudo é referido que muitos dos sistemas podem melhorar o desempenho para acelerar a avaliação e o acesso dos doentes às novas tecnologias e aos fármacos inovadores.

Inalador para bronquite aumenta o risco de morte
Segundo a agência AFP e baseado numa investigação publicada na revista British Medical Journal, um inalador comercializado em 55 países, incluindo Portugal, que liberta o medicamento brometo de tiotrópio, aumenta em 50% o risco de morte entre os doentes com bronquites crónicas. A conclusão surge de dois investigadores britânicos e norte-americanos, após a análise de cinco testes sobre o inalador Spiriva Respimat. O risco de morte, sobretudo de origem cardíaca, aumentou em 52% entre os utilizadores do inalador.

Portugal tem excesso de hospitais?
Jorge Simões, presidente da Entidade Reguladora da Saúde (ERS), defende que Portugal tem excesso de hospitais, e considera ser necessário encerrar algumas unidades sem que se ponha em causa o acesso dos cidadãos aos cuidados de saúde. Segundo Jorge Simões, mais de metade dos 278 concelhos portugueses são abrangidos por mais do que um estabelecimento hospitalar financiado pelo Serviço Nacional de Saúde, o que pode indicar excesso de oferta. Na opinião do presidente da ERS, encerrar "meia dúzia de pequeníssimos hospitais não causa problemas graves às pessoas" e, pelo contrário, melhoraria a prestação de serviços.

Nível muito alto de radiação ultravioleta
No caso de índice muito elevado de radiação, o Instituto de Meteorologia (IM) aconselha a utilização de óculos de sol com filtro UV, chapéu, t-shirt, protetor solar e guarda sol bem, como evitar o mais possível a exposição ao sol. A incidência de radiação é maior entre as 11 e as 16 horas. A radiação ultravioleta pode causar graves prejuízos para a saúde se o nível de UV exceder os limites de segurança.

     
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