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Aveiro e a Ria

Carlos Pereira

Aveiro, veia azul, extensão de mim!
Ninho acolhedor desde a nascença.
Amor eterno, meu colorido jardim;
Nívea luz de sal não tem parecença.

Barco moliceiro, poema em movimento
Que a ria, de varina vestida, nos canta
No seu marulhar… singular momento;
Qual sereia que nos seduz e encanta.

Em noites de lua cheia, em tuas águas,
O luar suplica teu amor, enamorado.
E tu, embevecida, por ele abraçado;

Recusas o refluxo da maré, não recuas;
Fingindo adormecida no doce abraço,
Anseias levá-lo contigo no teu regaço.

     
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