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Febase já tem Orçamento

O Conselho Geral da Febase, que decorreu com a maior elevação e responsabilidade, aprovou por maioria o Orçamento para o ano de 2011.

Perante a ausência, por doença, do Presidente em exercício, Mário Figueira, a mesa foi constituída por Alfredo Correia, que presidiu, ladeado por Tomás Braz e Camacho. Após algumas informações sobre a forma de funcionamento, entrou- se no ponto de antes da ordem de trabalhos.

O presidente da mesa deu a palavra ao secretariado, tendo este feito, pela voz de Paulo Alexandre, uma resenha sobre a situação vivida na contratação do sector bancário, em especial no respeitante ao BdP e CGD, sobretudo na tentativa por parte das administrações e do Governo, de aplicação naquelas instituições, da decisão expressa no OE, no que diz respeito à redução dos vencimentos na administração pública. Referiu-se depois à situação vivida no BPN, onde não foi, ainda aplicada a tabela aprovada para o ano de 2010, subscrita, de livre vontade e sem qualquer ressalva, por aquela instituição.

Por sua vez, Delmiro Carreira referiu-se à deliberação do Conselho de Ministros que ratificou a integração dos Bancários no Regime Geral da Segurança Social, nos precisos termos acordados com os sindicatos, aguardando-se, agora a sua publicação no Diário da República, após o que será feita uma análise mais pormenorizada.

Por fim, e ainda no tempo de intervenção do secretariado, Carlos Marques fez também uma resenha da situação da contratação no sector dos seguros, tendo referido que, começando, finalmente a ver-se uma luz ao fundo do túnel das negociações, depois de ultrapassados algumas divergências, surgiram novas dificuldades com a aprovação do OE, já que muitas das empresas seguradoras fazem parte do sector Estado, logo abrangidas por aquele documento, levando mesmo a um impasse nas negociações até melhor esclarecimento por parte da APS - Associação Portuguesa de Seguros.

Dada a palavra aos conselheiros, dela usaram Teresa Rosa, Victor António, Boaventura Antunes, Rui Nariso e Fernando Martins, que colocaram diversas questões relacionadas com a actuação da Febase ao longo da sua vigência, quer sobre as decisões governamentais no que aos trabalhadores diz respeito, que à situação económica que se vive em Portugal e na Europa. Neste período foi ainda apresentada uma moção que depois de lida foi aceite pelo Conselho Geral e votada favoravelmente pela maioria dos conselheiros.

Finalmente, no ponto 3 da ordem de trabalhos foi feita a apresentação do plano de actividades, do orçamento e do parecer do Conselho Fiscal. Segundo o secretariado, o orçamento reflecte não só o aumento do IVA no que respeita à publicação da Revista Febase, mas também os gastos que virão a ser feitos com a organização da Conferência Internacional da UNI – que, conforme já é do conhecimento do sector financeiro, foi atribuída à Febase –, bem como com o aumento dos custos de pessoal.

Neste ponto intervieram os conselheiros Victor António que fez algumas sugestões que no seu entender, melhorariam francamente o orçamento. Estas sugestões foram consideradas pertinentes pelo presidente do Conselho Fiscalizador de Contas, que assumiu o compromisso de as incluir no próximo orçamento.

Feitas as votações, os documentos foram aprovados pela maioria dos conselheiros, tendo-se registado as seguintes votações: plano de actividade: 3 votos contra e 5 abstenções; Orçamento: 1 voto contra e 7 abstenções; parecer do Conselho Fiscal: 7 abstenções.

     
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