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Sindicatos da UGT analisam situação económica e social

Os sindicatos da UGT analisaram a situação económica e social e, em particular, a resolução do Conselho de Ministros sobre a Competitividade e o Emprego.

Em primeiro lugar, consideraram que a resolução responde a muitas das propostas que haviam formulado e a exigências da greve geral relativamente à necessidade da promoção de políticas visando a criação de postos de trabalho.

Neste domínio, enfatizaram o combate à economia clandestina, à fraude e à evasão fiscais – principal factor da baixa competitividade das empresas, que se confrontam com a concorrência desleal das que fogem aos compromissos relativamente ao pagamento dos impostos e que provocam a desregulação social.

Num outro aspecto, sublinharam a promoção de políticas activas de emprego, visando apoiar a qualificação dos trabalhadores e a criação de postos de trabalho. Mas também relevaram o incentivo ao investimento privado – fundamental para promover o crescimento económico, tendo presente a redução do investimento público devido às políticas de redução do défice orçamental.

E fizeram também ressaltar o desenvolvimento da reabilitação urbana, em cooperação com as autarquias, como programa estrutural que pode gerar grande criação de emprego. Mas consideraram fundamental a promoção da negociação colectiva, a desenvolver pelos sindicatos, valorando a negociação a nível de empresa complementar à sectorial.

Por outro lado, salientaram a necessidade de desenvolvimento do diálogo social, a nível tripartido e bipartido, para definição das medidas e para acompanhamento da respectiva execução, considerando que o diálogo não se esgota nas medidas agora decididas, pelo que se baterão pela aprovação de outras, nomeadamente a nível das políticas activas de emprego.

Consideraram também que deverá ser dada particular atenção à situação dos jovens, que hoje encontram grandes dificuldades no acesso ao trabalho.

Exigiram ainda a promoção das acções necessárias para o desbloqueamento da negociação colectiva a nível do sector empresarial, garantindo a melhoria dos salários reais, tendo em conta os ganhos de produtividade e a situação económica e financeira das empresas.

Por seu turno, repudiaram as reduções de salários na administração pública, anunciando que vão combater tais medidas, nomeadamente através do recurso ao Tribunal Constitucional.

Por último, consideraram inaceitáveis as reduções de salários e repudiaram os despedimentos no sector empresarial do Estado, declarados ou pré-anunciados.

     
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