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O porquê da recandidatura

Caro Colega:
A actual Direcção, com um trabalho sério, honesto e isento em prol dos bancários, cumpriu todas as promessas que constavam do seu programa de candidatura. Por decisão unânime, a actual Direcção decidiu recandidatar-se ao próximo acto eleitoral. E porquê? Porque, responsável e solidariamente, queremos continuar a obra iniciada em Abril de 2004:

  • Resolvida a difícil situação económico-financeira em que o empreendimento de S. Miguel-o-Anjo colocava o sindicato, sem benefício para os associados, queremos agora, juntamente com os nossos parceiros no empreendimento, proporcionar aos bancários seniores melhores condições de vida.
  • Equilibradas as contas e expurgadas as ressalvas colocadas pelo ROC ao longo de muitos anos, cabe, agora, reforçar a situação económica e financeira do nosso sindicato.
  • Conseguida, finalmente, a legalização de todo o património do sindicato, urge torná-lo rentável em benefício de todos nós.
  • Para reforço e unidade, a sindicalização de novos bancários e sobretudo dos jovens é uma realidade que o último dos encontros de Jovens bancários confirmou.
  • Com o esclarecimento e mobilização de todos os colegas, após 30 anos de luta, viabilizamos a adesão do SBN à Federação do sector Financeiro (Febase). Impõe-se agora colocar esta nova estrutura sindical ao serviço de todos os trabalhadores bancários.
  • Resolvida a situação da Segurança dos Bancários, é altura de reforçar a intervenção dos sindicatos num controlo mais efectivo dos Fundos de Pensões.
  • Consolidada a situação financeira do SAMS, graças a uma gestão rigorosa, competente e moderna, estão criadas condições para continuar a alargar, com maior segurança, o leque de prestações e benefícios aos bancários e seus familiares e dotar os postos clínicos de melhores condições técnicas e administrativas.
  • Sindicalmente fizemos da competência e dedicação armas de “combate” contra a APB, Governo, e Administrações sempre no respeito pelos legítimos anseios dos bancários. Os acordos de empresa, já estabelecidos, são claras referências.
  • Promovemos um sindicalismo de proximidade, aumentamos a sindicalização de novos bancários e sobretudo dos jovens. A convenção de jovens bancários, recentemente realizada, foi bem a prova de que, com trabalho sério e persistente, é possível interessar os jovens pelo sindicalismo e renovar os quadros sindicais.
  • O Departamento Jurídico foi modernizado e dotado de um novo espaço de competência e profissionalismo, podendo a partir de agora oferecer aos associados serviços de consultadoria que vão para além dos conflitos laborais.

O SBN é dos seus sócios. As quotizações e as receitas serão sempre geridas com rigor e profissionalismo. Foi esta a nossa conduta e assim será no futuro.
Aqueles que não cumpriram, auto-excluiram-se, mas a equipa tornou-se mais coesa, mais solidária e mais forte. Com o acordo de candidatura conjunta aos Corpos Gerentes do SBN, para o quadriénio 2009/2013, criaram-se condições para dar resposta às solicitações dos trabalhadores bancários associados do SBN.
Este acordo é a demonstração clara das Tendências subscritoras – Tendência sindical Socialista (TSS/SBN, Trabalhadores Social-democratas (TSD´s) e Tendência Independente Democrata Cristã (TIDC) -, da capacidade para ultrapassar e vencer as diferenças político-sindicais que as caracterizam em defesa dos superiores interesses dos trabalhadores bancários, em especial os associados do SBN.
Defender o Sindicato, reforçar o seu papel no movimento sindical democrático, ter uma intervenção activa na Febase, são objectivos desta nossa recandidatura. Só assim os trabalhadores bancários serão respeitados pelas entidades patronais.
Com a assinatura deste acordo as tendências subscritoras assumem o compromisso, perante os associados, de cumprir e reforçar o papel interventivo no movimento sindical que por direito e por obrigação cabe ao SBN na sociedade portuguesa.
Esta candidatura é a garantia de que no SBN existirá unidade, sem unicidade, mantendo-se a independência de cada uma das tendências, tendo como limite o cumprimento do programa de acção que vier a ser sufragado.
A intervenção crítica será respeitada como forma de construção de uma verdadeira democracia sindical no livre exercício de cidadania.
As tendências subscritoras assumem o compromisso de escolher para os órgãos do sindicato, pessoas capazes, de qualidades reconhecidas e com inteira e exclusiva disponibilidade para a actividade sindical – não será permitido a nenhum dos elementos dos Corpos Gerentes a participação efectiva em Comissões de Trabalhadores –, reforçam a garantia e comprometem-se a gerir os destinos do SBN, respeitando e fazendo respeitar os Estatutos e as normas legais em vigor e as deliberações que venham a ser tomadas pelos Órgãos Estatutários.
A nossa candidatura não é contra ninguém e assume o compromisso de trabalhar com todos que queiram contribuir para o desenvolvimento e fortalecimento do SBN, bem como para a defesa dos trabalhadores bancários.
O próximo acto eleitoral implica sacrifícios para todos, mas acima de tudo é um dever que impende sobre cada um de nós. Todos temos o direito – e a obrigação – de escolher, de entre as alternativas que se nos apresentem, aquela que acreditamos ser a mais capaz, a mais competente, aquela a quem com o voto, estamos a confiar os destinos da nossa organização sindical e o futuro da classe.
É por tudo isto que nos recandidatamos…

A Direcção

 

     
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