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TSD - Cumprimos

Se relermos o programa eleitoral, um compromisso que em 2005 apresentamos aos bancários, aquando das eleições para os Corpos Gerentes e Estrutura Sindical, em vésperas de um novo mandato, com orgulho poderemos hoje afirmar: CUMPRIMOS. Responsável e solidariamente apresentamos um manifesto claro, um programa para quatro anos, que nos comprometemos levar a cabo.

Durante este mandato funcionamos como uma verdadeira equipa! Exemplo é nunca ter sido necessário votar o quer que fosse, sempre deliberamos em consenso, não unanimidade, não sem antes debatermos as questões, esclarecermos eventuais divergências estratégicas, ponto de partida para o estabelecimento do consenso. As regras eram claras e prévia e individualmente assumidas pelos elementos da equipa.

Claro que quem não as cumpriu, auto excluiu-se, fez uma opção, tomou a sua decisão, e a equipa tornou-se mais coesa, mais solidária, mais forte. Fastidioso seria, neste espaço abordarmos todos os compromissos apresentados no programa eleitoral para este mandato, mas os colegas poderão recuperá-lo e confirmar o que aqui afirmamos. Relevemos, no entanto, alguns dos pontos fundamentais.

As reuniões do Conselho Geral foram um espaço de debate, de confronto de ideias, de discussão e votação das propostas apresentadas quer pela Direcção quer pelos senhores conselheiros. Estas reuniões tornaram- se não só ricas no debate mas também no respeito de todos por todos. Os espectáculos do passado graças à firmeza da Mesa e no cumprimento de um regimento, terminaram!

O SAMS, graças a uma gestão rigorosa, competente e moderna, respiram saúde financeira, modernizaram-se e alargaram o leque de prestações aos bancários e seu agregado familiar. Se dúvidas houvessem a comparação com os outros SAMS esclareceria os mais cépticos. Sindicalmente fizemos da transparência, da dedicação, da honestidade e da competência as nossas armas no “combate” com a APB, o Governo e as Administrações.

Os acordos celebrados ficaram aquém do que todos pretendíamos, mas acima dos valores médios nacionais e da inflação. Os acordos de empresa estabelecidos respeitaram as pretensões dos bancários, entre os quais os AE’s do Banco de Portugal e do Banif são claras referências.

A constituição da Federação do sector financeiro era uma aspiração da classe bancária. Empenhamo-nos no escontratualclarecimento e na mobilização e os colegas entenderam e aderiram, viabilizando a adesão do SBN. Herdamos um elefante branco (S. Miguel o Anjo) mas colectivamente fomos capazes de encontrar uma solução que erradicou essa permanente despesa e que salvaguarda os interesses do SBN. Desde a construção do edifício de S Brás, várias direcções assumiram o SBN, mas nunca o mesmo foi legalizado junto das entidades oficiais. Conseguimos agora a sua legalização!

O Departamento Jurídico foi modernizado. O novo espaço, a competência do atendimento e o profissionalismo dos nossos advogados transformaram uma consulta de carácter melindroso numa consulta agradável, personalizada, de incentivo e esclarecimento do associado. Em breve ofereceremos um novo e vasto conjunto de serviços jurídicos, de âmbito não contratual, aos sócios do SBN. Os Departamentos de Lazer e Desporto alargaram o leque de prestação de serviços aos bancários, diversificando as ofertas, nunca, em momento algum, pondo em causa as finanças da Instituição SBN.

O SBN é dos seus sócios, a sua quotização, as receitas, devem ser geridas com rigor e profissionalismo. Foi este o nosso lema durante este mandato e sê-lo-á no próximo. Muita gente fala de dessindicalização. Podemos afirmar que o nosso saldo é claramente positivo. A sindicalização de novos bancários e sobretudo dos jovens é uma realidade que o último dos Encontros de Jovens Bancários confirmou.

Apresentaremos ao próximo Acto Eleitoral um compromisso que, assente nestes princípios, reforce e torne os objectivos mais ambiciosos. Os social-democratas participarão, mais uma vez, neste projecto de forma solidária e responsável. Temos os nossos órgãos próprios (Secretário Geral, Vice Secretário Geral, Secretariado Nacional e Secções Laborais) e será no respeito dos estatutos que escolheremos uma equipa que assuma competência, dedicação, disponibilidade, honestidade e respeito.

Todos seremos chamados a esta responsabilidade de escolha, mobilização e participação. Os social-democratas sempre rejeitaram a parasitagem, o oportunismo e a incompetência! Mais uma vez o faremos, pois os bancários merecem-nos o maior respeito. Queremos orgulharmo-nos do seu voto, não defraudaremos a confiança dos sócios do SBN. Assim foi…Assim será.

 

     
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