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Combater a crise com emprego, salários e educação

Num contexto em que se prevê um agravamento do desemprego e um insuficiente crescimento do emprego, a UGT considera essencial e urgente um reforço das medidas activas de emprego, um apoio complementar aos desempregados e um combate mais eficaz à precariedade do emprego.

Por outro lado, enfatiza ser fundamental que o conjunto de investimentos anunciado pelo Orçamento de Estado para 2009 seja efectivamente executado, sem atrasos: “Mas a criação de condições para o investimento privado é igualmente necessária. É essencial assegurar uma adequada dotação financeira que assegure a concretização dos investimentos privados no âmbito do QREN” – cuja rápida implementação efectiva a central sindical exige.

Para a UGT, em 2009 os salários têm que crescer em termos reais, o que não só é essencial para garantir a melhoria do poder aquisitivo e a melhoria das condições de vida dos trabalhadores e suas famílias, como também para assegurar a melhoria sustentada do consumo privado.

Por outro lado, o combate às desigualdades de rendimentos e à pobreza e exclusão social deve ser uma prioridade de curto prazo, enquanto exige a continuação do crescimento do salário mínimo, de modo a atingir 500 euros em 2011. Mas torna-se também necessário assegurar um crescimento real das pensões de velhice e invalidez, ao mesmo tempo que há que promover a inclusão activa das pessoas, o que passa, nomeadamente, por garantir o seu acesso a serviços públicos como a educação, a saúde e os transportes, por assegurar um nível de rendimento adequado e por promover a sua inserção no mercado de trabalho.

Todavia, também o combate à precariedade laboral e uma fiscalização da legalidade assumem um papel relevante para este objectivo. Para a UGT, a situação das pequenas e médias empresas exige igualmente uma atenção especial: o acesso ao crédito em condições adequadas e os apoios à criação de postos de trabalho, à modernização e ao reforço da sua competitividade são instrumentos que devem ser desenvolvidos.

Por último, sublinha que é urgente reforçar os mecanismos de regulação e de transparência do mercado financeiro nacional, que já se mostraram insuficientes e ineficazes, assegurando aos utentes uma informação adequada sobre os produtos, incluindo as taxas de juro praticadas, e proibindo toda a publicidade enganosa.

 

     
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