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Liberdade

Por Raul Fernando Teixeira de Sousa


A Revolução nasceu
E a ditadura morreu.
No mesmo dia,
A liberdade chegou
Gloriosa e serena,
Quando, Zeca Afonso cantou
«A Grândola Vila Morena».
O povo saiu à rua
E se uniu num abraço fraterno,
Num abraço amigo.
Trazia a paz consigo,
Um momento,
Que será eterno.
A liberdade já era sua
E a multidão, em euforia,
Com incontida alegria
Em uníssono cantava,
«O povo unido
jamais, será vencido»
Eu também espero
Que da minha liberdade
Nunca venha a ter saudade
Saudade que não quero.


poema publicado no II Volume da Antologia da Literatura Livre

     
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