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Lista H e I

LISTA H

DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS


A candidatura da ASDSBN - Associação Social Democratas do SBN, resulta da necessidade de nos apresentarmos aos sócios do SBN com um projeto sindical agregador tendo em vista o desenvolvimento consciente da dignidade profissional dos trabalhadores bancários, defendendo os seus interesses, contribuindo assim para a criação das condições que assegurem a melhoria da sua interação laboral, pelo direito ao trabalho digno, contra todas as formas de discriminação e/ou desemprego. Ao criarem esta Associação os seus fundadores quiseram contribuir para a emergência de uma sociedade interclassista, humanista e de cariz eminentemente social, onde o primado do ser humano seja regra e o respeito de todos por todos seja a face visível deste projeto social. O movimento sindical necessita de todas as suas estruturas unidas e focalizadas num único objetivo: diálogo e concertação de esforços na defesa dos direitos dos trabalhadores bancários. As estruturas representativas dos trabalhadores, independentemente do papel por lei atribuído a cada uma delas, serão sempre um aliado, um parceiro, na defesa de todos e de cada um, sendo de destacar de entre estas o papel predominante que terá que ter a UGT. Só uma equipa sindical coesa, unida, solidária, livre e independente, será capaz de assumir a resposta a este desafio. Os candidatos da ASDSBN assumem assim as suas responsabilidades, seu compromisso perante os Bancários do SBN.

Somos uma equipa que sob a sigla:
Futuro com Rigor e Ambição
Se candidata de forma responsável aos Corpos Gerentes do SBN.

Chegado o momento das eleições para um novo mandato sindical, vários desafios se nos colocam, nomeadamente a mobilidade, flexibilidade, envelhecimento progressivo da população ativa, escassez de talento, precarização do trabalho, a automação e estagnação salarial, matérias que vão marcar o mercado de trabalho na próxima década. A realidade laboral está em mutação acelerada e como tal, os sindicatos terão de se adaptar nos diversos domínios em que intervêm nomeadamente tirando melhor partido das redes sociais: não só para recrutar como para comunicar e falar para dentro da classe bancária em particular e da sociedade em geral. Esta crise veio ainda pressionar os sindicatos a mobilizarem mais os seus associados e apoiarem campanhas à distância, usando os recursos e estratégias de comunicação digital disponíveis. Sabemos que será um esforço hercúleo, uma vez que pressupõe relegar, em alguns casos, para segundo plano o tradicional trabalho de proximidade, de envolvimento permanente junto dos trabalhadores. Mas é um esforço que se torna cada vez mais necessário. Os candidatos da ASDSBN estão preparados e disponíveis para enfrentar este desafio, encontrando-se na primeira linha de construção de uma alternativa que sirva os sócios do sindicato e os beneficiários do SAMS. Numa primeira fase, e como objetivo primeiro para o próximo mandato dos Corpos Gerentes do SBN, torna--se essencial a revisão do ACT do setor bancário, procurando atualizá-lo, nomeadamente quanto as novas formas de trabalho que se perspetivam e, simultaneamente, expurgá-lo de todas as suas ressalvas impostas por algumas Instituições de Crédito, procurando desta forma tornar o setor bancário melhor regulamentado. A realidade do Teletrabalho, requer a urgência da sua contratualização em convenção coletiva devendo os sindicatos, nomeadamente o SBN, participarem ativamente na discussão desta matéria em sede de Concertação Social, por via da UGT, não se limitando no final a meras transposições da lei. Existem questões críticas a exigirem respostas na implementação do teletrabalho, como sejam o seu regime voluntário, o direito a desligar, a privacidade, o pagamento de subsídios e despesas, a separação do tempo de trabalho do tempo de lazer e de família e até a capacidade de intervenção da Autoridade para as Condições de Trabalho no cumprimento e fiscalização das condições de saúde e segurança dos trabalhadores. Também no campo dos diversos tipos de assédio é urgente contratualizar em ACT esta matéria, não nos limitando apenas à mera transposição do legislado. Como todos sabemos, no setor bancário, os trabalhadores são constantemente pressionados pelas suas chefias, com conhecimento claro por parte das Administrações, que piedosamente dizem desconhecer, em nome do cumprimento dos objetivos, a praticar horas extra não remuneradas com claro prejuízo do tempo de lazer e familiar do próprio trabalhador, situação que tem de merecer luta constante, com recurso à Autoridade de Condições de Trabalho. Cabe às Administrações e Conselhos Executivos, adaptar e munir os seus trabalhadores das competências certas, adequando-os às necessidades de cada instituição. É importante que as instituições financeiras continuem a investir nos seus trabalhadores, pois estas, se são o que são, aos seus trabalhadores o devem. O cumprimento integral da lei e do contratualmente assinado, no que se refere aos horários tem de ser respeitado, bem como a formação profissional que assume também um papel fundamental. Ainda, ao nível da contratualização, na parte referente à avaliação profissional urge estabelecer regras e critérios objetivos que impeçam o livre arbítrio do avaliador, dando ao trabalhador o direito à reclamação e/ou o direito à impugnação/reclamação efetiva, com direito a resposta. Estamos perante matéria relevante e bem merecedora de negociação e regulamentação em ACT. Na área da saúde, o impacto do aumento dos gastos das famílias foi enorme, impacto este que não passou ao lado do SAMS. Veja-se por exemplo, em 2014 foram gastos em Comparticipações 20,2 milhões de euros e em 2019 foram gastos 24,7 mil milhões. O rácio de comparticipação por beneficiário nos mesmos anos evoluiu de 556 para 800 euros. Torna-se assim urgente aumentar as fontes de receita do SAMS. A ASDSBN defende que se deve contratualizar com as entidades patronais um aumento das suas contribuições para o SAMS e a não distinção nas contribuições (per-capita) entre trabalhadores ativos e reformados. Na contratualização dos protocolos com as entidades prestadoras de cuidados de saúde do setor privado defendemos, claramente, o crescimento das convenções. A informação destas entidades, locais de prestação dos serviços, serviços prestados, valor contratado e os encargos do beneficiário, devem ser disponibilizados, de entre outras formas, via internet, num acesso reservado e exclusivo aos beneficiários. A criação de um espaço próprio, que ofereça aos beneficiários o serviço de implantologia, ortodontia e prótese dentária, de qualidade e a preços controlados é uma meta, através da qual será possível reduzir o encargo dos beneficiários. O funcionamento dos Postos Clínicos ainda existentes, deve ser reorganizado, de forma a prestar um melhor serviço. A nossa visão passa por escolher especialidades âncora (oftalmologia, estomatologia, cardiologia, pequena cirurgia e medicina geral e familiar ), nas quais apostamos num corpo clínico competente, dispondo da tecnologia necessária para a prestação de um serviço de excelência. Desta forma conseguimos ter todas as outras especialidades e acrescentar relevância para os utilizadores, como complemento às atividades âncora. Só com uma equipa coesa, unida, solidária e de continuidade seremos capazes de assumir uma resposta assertiva aos desafios sindicais no setor bancário. Com o RIGOR e a AMBIÇÃO, a pensar no FUTURO seremos capazes. A candidatura da ASDSBN - Associação Social Democrata do SBN aos órgãos do SBN, cujas eleições estão marcadas para 26 de outubro de 2021, é uma pedrada no charco, um grito de liberdade e autonomia sindical. O próximo mandato irá exigir a todos, mas principalmente aos candidatos da ASDSBN, um esforço redobrado no sentido de uma conjugação de energias para que o SBN se mantenha vivo e pujante. Um projeto sindical como este requer e exige um esforço de permanente divulgação do mesmo, na mobilização e empenho de todos. Contamos consigo. Contamos com todos. Podem contar connosco!Este é o caminho.

Somos lista H.

















LISTA I



     

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