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Moção de Saudação sobre as eleições presidenciais

No dia 24 de janeiro, os portugueses deram mais uma lição de democracia, ao acorrerem às mesas de voto para exercerem o seu direito e dever cívico, reelegendo o Presidente da República em funções desde março de 2016, para o mandato 2021/2025.

A UGT saúda:

  • Os milhões de portugueses que decidiram afrontar o pânico provocado pela pandemia, e contribuíram, uma vez mais, para a consolidação do nosso regime democrático, com elevado civismo e responsabilidade democrática;
  • todas as mulheres e homens que se disponibilizaram para assegurar o normal funcionamento das mesas de voto, dando um exemplo de cidadania inigualável em tempos de crise sanitária;
  • todos os profissionais de saúde, de segurança, bombeiros e de proteção civil, bem como todos quantos continuam a assegurar o abastecimento de bens essenciais das populações, e que se têm mantido na linha da frente no combate sem tréguas ao coronavírus, desde o início desta crise sanitária;
  • os candidatos e as candidatas do espectro democrático ao cargo de Presidente da República de Portugal, que dignificaram a campanha eleitoral e rechaçaram as tentativas de enxovalho, ataques pessoais e injúrias do candidato da extrema direita, que se serviu do populismo, da demagogia e de imagens que nos trouxeram à memória 48 anos de obscurantismo no nosso país, afastado em 25 de Abril de 1974;
  • o Presidente reeleito, Professor Marcelo Rebelo de Sousa, que mereceu a aprovação e, consequentemente, a confiança reiterada pela grande maioria dos eleitores portugueses, face à forma como desempenhou o mais alto cargo de magistrado da Nação no mandato 2016/2021.

A UGT saúda, ainda, o discurso de vitória do Professor Marcelo Rebelo de Sousa, ao eleger o combate à pandemia como a sua grande prioridade deste final de mandato e início do novo, em articulação leal e institucional com a Assembleia da República, o Governo e os parceiros económicos e sociais, revelador dos princípios e valores da paz social, da estabilidade governativa e política que a esmagadora maioria dos portugueses aprova e ambiciona dos órgãos do edifício democrático português.

A UGT reafirma que, a uma crise sanitária, NÃO PODEM juntar-se outras crises, sobretudo de índole política, ainda que todos tenhamos consciência que as consequências para a economia e para os trabalhadores já são graves o bastante para lhes devermos responder em uníssono.

A bem da Democracia e da Liberdade, o Secretariado Nacional da UGT apela ao esforço de unidade nacional, que deverá estar em primeiríssimo lugar no pensamento e na ação da classe política, empresarial e sindical, ao serviço dos portugueses – de todos os portugueses - e de Portugal, a bem do combate às desigualdades sociais, ao desemprego e à pobreza, e ao necessário crescimento económico e dos direitos dos trabalhadores, alicerçados no reforço da negociação coletiva, do diálogo e da justiça social.


     
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