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Home»Nortada»Nortada Detalhe Setembro e Outubro 2020
 
MOÇÕES - Qualificação profissional

Fazer mais com os mesmos meios, em todo o território



1. A UGT, tem como finalidade ou objetivo o dever e obrigação de promover a qualificação e formação profissional dos ativos. Este reconhecimento, está espelhado no centro protocolar CEFOSAP. Concomitantemente, a UGT tem uma cobertura nacional, desde a pequena povoação – casal, até à grande aglomeração urbana – áreas metropolitanas.
Portugal, enfrenta no início desta terceira década a necessidade de reforço das qualificações e formação profissional dos ativos, sendo estas as pedras basilares para a sustentabilidade da economia nacional, permitindo uma melhor repartição de riqueza e consequentemente o crescimento da base salarial. Logo, impõe-se como desígnio o investimento nas qualificações e formação profissional dos ativos, o que está refletido no primado da legislação.

2. É necessário prosseguir com este rumo, tendo em conta as seguintes varáveis/necessidades:
– nas estatísticas sobre a qualificação e formação profissional dos ativos em Portugal, podemos verificar a sua baixa qualificação, assim como, o fraco investimento em formação profissional, quer em valores absolutos quer em horas efetivas de formação.
– verifica-se, que as entidades oficiais que têm a responsabilidade na promoção da qualificação dos ativos, procuram responder mais às necessidades das estruturas implantadas, numa orgânica publica em que o cidadão deve procurar os centros de qualificação ou a “repartição”.
– os sindicatos, como estruturas vivas, dinâmicas e ágeis, conhecedoras da realidade, em contacto direto com os trabalhadores, conseguem promover a qualificação ao nível do local de residência e de trabalho – freguesia. Promove-se a qualificação indo ao local e não na repartição.

3. Para conseguir respeitar os valores fundacionais da UGT e responder aos desafios da década de 2020 a 2029 há que exigir a criação de instrumentos legais, ou a aplicabilidade das existentes, por forma que não haja barreiras para a consecução da sua atividade, via CEFOSAP, na qualificação de ativos.
Devemos ter uma entidade, que tenha a capacidade técnica e legal de intervenção em todo o território nacional. O país é uno. Se os trabalhadores procuram as soluções da UGT / CEFOSAP, deve-se ao facto, que as mesmas respondem às suas necessidades, pois já se verificou que o modelo “repartição” não funciona, assim como, o modelo escola, também, o não conseguiu.

4. Impõe-se, assim, que o CEFOSAP possa desenvolver a totalidade da sua atividade, projetos e programas sem restrições territoriais, burocráticas, ou concorrenciais, não desperdiçando o seu saber, rentabilizando os seus recursos, e a acima de tudo, dando resposta aos cidadãos que são convidados a abraçar, novamente, um projeto pessoal de qualificação no seu espaço de vivência.

     
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