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A pandemia “Covid 19” - por João Paulo Pires

Até há bem pouco tempo o país estava absorto com temas como a eutanásia, os refugiados, consequências das alterações climáticas e escândalos ligados ao petróleo e diamantes. Um dos efeitos das alterações climáticas poderá ser a propagação de doenças como a que agora enfrentamos - o COVID-19.
Estes são os efeitos menos bons da globalização. Por esse motivo é que foram implementados controlos fronteiriços de pessoas e bens.
Considerando que ainda não existe vacina para este vírus e quando for descoberta, provavelmente o surto já se extinguiu e se surgir no próximo ano outra epidemia, poderá ter-se modificado, pelo que a vacina deixa de ser eficaz, será mais importante desenvolver autoconsciência nos atos que praticamos diariamente. Desde que acordamos até entrar no sono. Considerando também que foi decretado o estado de emergência que vai acarretar consequências positivas no combate à epidemia, adotando medidas de prevenção, através do isolamento das pessoas em suas casas, de forma compulsiva se necessário. O estado de emergência poderá vigorar durante quinze dias à luz da Constituição. Mas, se no fim desse prazo for necessário, poderá ser renovado.
Considerando que irão ser mantidos os serviços essenciais ao funcionamento do país como a distribuição alimentar, funcionamento dos supermercados, das farmácias, para ir ao médico e dos bancos, ainda que de forma condicionada.
Caberá ao governo definir as linhas de atuação em detalhe. Não são as máscaras que vêm resolver o problema de quem não está infetado. Deixem as máscaras para os profissionais de saúde e para os infetados em período de isolamento.
Pela evolução da pandemia e considerando a evolução na China, em Itália e agora em Espanha, percebe-se que o problema é de todos e que provavelmente o ano letivo escolar terminou.
Os comportamentos sociais da população mundial terão que mudar. Conclui-se do exposto que se deva fazer uma aprendizagem e mudança de hábitos de higiene pessoal e comportamentos sociais daqui em diante.
A Organização Mundial de Saúde, a Direção Geral de Saúde e as empresas têm vindo a dar orientações na atitude no dia-a-dia.
É fundamental a mudança de atitude de cada um e desenvolvimento de autoconsciência. Que adianta usar luvas ou máscara, se depois de cumprimentar alguém se leva a mão aos olhos, ao nariz ou boca.
Que adianta usar os “anti séticos” em líquido e gel, cuja eficiência não está comprovada, se depois não se adotam as restantes medidas de higiene?
Lavar as mãos frequentemente com água e sabão, deveria ser um hábito de higiene assegurado.
Que adianta verificar todos os requisitos de higiene reclamados no local de trabalho se depois em casa tudo volta ao normal como se não houvesse epidemia?
Calçado à porta de casa, roupa à entrada de casa se não for para lavar e um chuveiro logo a seguir à entrada de casa.
Aprendi estas medidas básicas de higiene com alguém que é profissional de saúde e que atende diariamente os pacientes doentes.
Não tenho medo nem estou alarmado.
Mas estou alerta e procuro informação fidedigna.

     
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