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Reivindicados aumentos salariais na banca

Reivindicados aumentos salariais na banca

Uma resolução do Secretariado Nacional da UGT, aprovado em Braga no dia 30 de abril por unanimidade e aclamação, reivindicou aumentos salariais na banca, veio em defesa de uma Segurança Social universal, pública e solidária e rejeitou propostas de reformas à custa dos trabalhadores, em nome de uma hipotética sustentabilidade.

Quanto à banca, a central lamentar que a negociação coletiva continue a não acompanhar a perda de poder de compra dos respetivos trabalhadores, sublinhando que os mais recentes resultados que os bancos têm vindo a registar não se fizeram repercutir em ganhos na tabela salarial – como é exemplo o ano de 2018 –, pelo que exorta os banqueiros a assumirem uma atitude diferente, para que os trabalhadores possam começar a ser ressarcidos das perdas salariais a que estão sistematicamente submetidos desde há uma década a esta parte. Neste contexto, apoia e solidariza-se com as diligências efetuadas pelos sindicatos, no sentido de o Millenniumbcp proceder ao pagamento imediato dos aumentos das cláusulas de expressão pecuniária e dos valores das pensões de reforma e sobrevivência relativos ao ano transato, pelo menos em valor idêntico ao verificado no acordo coletivo de trabalho negociado e outorgado com a Associação Portuguesa de Bancos.
No que se refere ao Programa Nacional de Reformas, a central aponta para uma verdadeira reforma no crescimento, no emprego e na valorização do trabalho.
Num outro aspeto, reivindica um entendimento sobre conciliação em sede de Comissão Permanente de Concertação Social, considerando imperativo reforçar a igualdade de oportunidades.
Neste domínio, congratula-se com a apresentação do documento que vem na linha dos princípios consagrados no Pilar Europeu dos Direitos Sociais, nomeadamente:
a)A igualdade de tratamento e de oportunidades entre mulheres e homens deve ser assegurada e promovida em todos os domínios.
b)Enquanto parceiro social que representa os trabalhadores e as trabalhadoras, a UGT considera fundamental que a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres seja encarada como uma componente essencial de uma sociedade moderna, livre e democrática.
cReitera que as medidas adotadas pelo Governo só poderão ter o apoio da UGT se contribuírem de forma positiva para a igualdade de género no mercado de trabalho e na sociedade, em particular, promovendo o reforço da empregabilidade das mulheres, a diminuição das diferenças salariais entre homens e mulheres, a criação de mecanismos de conciliação entre a vida profissional e a vida familiar e pessoal e a maior mobilidade vertical das mulheres)
d)A UGT tudo fará, em sede de Concertação Social e na negociação coletiva, para que seja possível repensar e negociar novos modelos de conciliação do trabalho, vida profissional e familiar, abrindo espaço para medidas de flexibilização de horários, de teletrabalho, de incentivos à partilha e de apoio aos cuidadores informais, entre os quais predominam sobretudo as mulheres.
Entretanto, em defesa dos mais jovens, a central defende o trabalho digno e exige a consolidação do Contrato Social, em ordem a combater a precariedade.
Por último, a UGT manifesta-se por aumentos salariais dos trabalhadores das empresas de distribição.

     
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