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Grupo Cultural e Desportivo dos Empregados do BPSM aberto a toda a sociedade, com múltiplas modalida

O Grupo Cultural e Desportivo dos Empregados do Banco Pinto & Sotto Mayor – Zona Norte foi fundado em 1958, tendo a inauguração do pavilhão ocorrido em 30 de outubro de 1993, fruto de um projeto de Leopoldo Coutinho e da construção de Ludgero de Castro. Presentemente, os seus espaços encontram-se abertos à comunidade, com preços “mais que razoáveis”, segundo nos confidenciaram o presidente, Macedo de Oliveira, e o diretor para a área cultural, Amílcar Marques, no decurso de uma visita que a nossa Redação ali efetuou.


Mas a construção das instalações só foi possível “pela carolice dos diretores de então, que para aqui vinham trabalhar gratuitamente, municiados das suas próprias ferramentas.


Até ao momento, a coletividade já participou em quarenta campeonatos regionais e dezoito nacionais, de diversas modalidades.


Do longo e distinto historial do Grupo destacam-se também a participação no Salão Nacional de Fotografia de 1958, a mostra de pintura em 2005 (por altura do quinquagésimo aniversário), duas exposições de desenho infantil (em 1974 e 1984).


Em 1980 a coletividade fundou um grupo de teatro (o “Teatro Rumo”) e em 1989 foi inaugurado o primeiro campo de ténis.


Em basquetebol, o Grupo foi campeão distrital e nacional na época de 1992/93, tendo-se sagrado campeão do Inatel em 1993.


Em natação, conquistou vários títulos, no andebol venceu sete campeonatos regionais e nacionais, em 1967, e em 1973 esteve presente nos Jogos Internacionais Banesto, na então União Soviética, tendo o hóquei em patins, o futsal, o ténis de mesa e o futebol marcado excelente presença.


A coletividade efetuou convívios de Natal em 2003, 2004 e 2005. “Venha tomar café connosco” foi uma iniciativa que convidava todos os associados.


O conhecido jornalista Germano Silva foi convidado para brindar os associados com uma palestra sobre o Porto, além de se ter registado a presença de outros convidados que animaram as noites, para além de terem ocorrido sessões de fados.


Em resultado das atividades desportivas, a sala da Direção encontra-se bem ornamentada com quatro centenas de prémios, entre taças e medalhas.


Das outras valências existentes, destaque para a salada de manutenção (com capacidade para seis dezenas de pessoas), o campo polivalente (onde são praticados futsal, voleibol, andebol, basquetebol para diversos escalões e ténis de campo, praticado por mais de uma centena de frequentadores), o bar de apoio, dois “courts” de ténis de piso rápido e outros dois de terra batida (os quatro com uma frequência superior a cinquenta utentes), o campo de padel (atualmente com mais de trinta praticantes.


No exterior encontra-se um amplo espaço com instalações de apoio para convívios (equipado da indispensável churrasqueira, para além de mesas e bancos de marmorite e de madeira) e onde já foram realizadas sardinhadas, festas de S. João e magustos, que congregaram mais de uma centena de pessoas.


Num espaço de convívio coberto é acolhida a Secção de Defesa Pessoal, orientada por um elemento qualificado da Guarda Nacional Republicana. Mas existe também um espaço, com televisor, anteriormente intitulada de “Sala de Reformados” e que será reativada em breve.


De tudo quanto fica dito, ressalta a história riquíssima do Grupo. Na conversa com os dois referidos dirigentes foi-nos sublinhado que “quando o pavilhão foi executado, o banco ainda existia e comparticipava nas despesas”. Todavia, aquando da fusão com o BCP, as delegações do Grupo em Lisboa e em Coimbra fecharam, “mas nós, aqui no norte, aproveitámos as infraestruturas existentes e acrescentámos as mais valias de que hoje dispomos, tendo começada com um campo de terra batida”.


Depois, “continuámos com o alargamento das valências, retirando delas assim os dividendos que permitissem o funcionamento da coletividade, que seria inviável apenas com os associados do BPSM”. Desta forma, muito pragmaticamente, a condição de efetivo “foi alargada aos filhos e aos netos, todos perfazendo assim quatro centenas de associados”.


O Grupo movimenta neste momento setenta mil euros por ano, dos quais quatro mil são absorvidos pelo IMI: “Tudo isto requer, como se imagina, uma gestão muito equilibrada, apesar de cedermos gratuitamente as instalações a instituições de caráter social.” E mais: “Recorde-se que, aquando da vigência do programa Parque Escolar, duas escolas (Valadares e Canelas) se serviam também destas mesmas instalações.”


Enfim, “estamos sempre disponíveis para responder a quaisquer solicitações que nos surjam”.


Macedo de Oliveira e Amílcar Marques terminam, lançando um veemente apelo a todas as instituições e a todos os particulares no sentido de desfrutarem das instalações que ali se encontram disponíveis, “até porque, aliada à garantida qualidade das mesmas, os preços são francamente convidativos e competitivos com outras estruturas similares existentes no Porto e em Gaia”.

     
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