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Encerramento do Ano Desportivo de 2018

p>Há que tomar um novo caminho e um novo rumo


- sublinhou Mário Mourão




“Há que tomar um novo caminho e um novo rumo” – acentuou o presidente do SBN, Mário Mourão, na cerimónia de encerramento do ano desportivo de 2018, que decorreu no passado dia 2 de fevereiro.


Mourão referia-se assim às “muitas coisas que se passaram neste último ano, nomeadamente com os sindicatos da Febase e com a UGT”. E aproveitou para recordar a suspensão de todas as atividades daquela federação, sob proposta de alguns sindicatos filiados, bem como os resultados do referendo que o SBN fez aos associados, que, com uma participação superior a 50%, ditou que 98% dos votantes tivessem recusado uma hipotética fusão do SBN num outro sindicato da Febase.


“A Febase está moribunda, nos cuidados continuados; mas a vida continua, pelo que continuaremos também a cumprir as nossas responsabilidades para com os associados” – prosseguiu Mário Mourão. Neste sentido, referiu que, depois do fim da atividade da Febase “já se registaram melhorias sensíveis, nomeadamente na assunção de posições que antes não eram possíveis”. Por isso, em parceria com outros sindicatos do setor financeiro, o SBN está agora em condições de contribuir decisivamente para a mudança de anos de imobilidade na banca.


O presidente do SBN recebeu o secretário-geral da UGT, tendo manifestado desagrado relativamente à central sindical pelo silêncio que esta tem manifestado no que se refere aos problemas dos trabalhadores bancários. Assim, Mourão considerou que a UGT se tem comportado mais como um sindicato da administração pública do que como uma central sindical: “Espero que a UGT, a partir de agora, mude consideravelmente a sua posição em relação ao nosso setor.” Quanto à Febase, referiu que “está moribunda, nos cuidados continuados; mas a vida continua, pelo que continuaremos também a cumprir as nossas responsabilidades para com os associados.”


Neste sentido, Mário Mourão disse que, depois do fim da atividade da Febase “já se registaram melhorias sensíveis, nomeadamente na assunção de posições que antes não eram possíveis”. Por isso, em parceria com outros sindicatos do setor financeiro, o SBN está agora em condições de contribuir decisivamente para a mudança de anos de imobilidade na banca.


Passando em revista o tempo já decorrido desde o início do acordo com a Advancecare, Mário Mourão mostrou-se dececionado em relação à forma como aquela entidade tem funcionado, nomeadamente quanto às respostas que o SBN esperava por parte daquela instituição, em particular no que diz respeito à faturação e às respostas quanto ao acesso dos beneficiários às várias entidades convencionadas: “A Advancecare já teve tempo suficiente para resolver as situações que lhe têm sido colocadas pelo sindicato.” Na sequência, advertiu a Advancecare quanto à incapacidade que esta tem demonstrado relativamente ao cumprimento do protocolo existente com o sindicato, acrescentando que o SBN, a manter-se esta situação, se verá obrigado a rescindir o contrato, conservando o modelo anterior com as entidades convencionadas.


Em seguida, o presidente do SBN anunciou que o SAMS vai proceder à melhoria de algumas comparticipações, estando já em debate, no seio dos corpos gerentes, o novo modelo de atualizações, que incidirá nomeadamente nas próteses oculares, nos medicamentos e em alguns meios complementares de diagnóstico. Entretanto, acrescentou que se encontra já em análise a abertura do Centro de Implantologia no posto clínico de S. Brás. “Tudo faremos para que esta mais valia seja inaugurada ainda até ao final do presente ano” – acentuou o presidente do SBN.


Referindo-se à presentemente baixa percentagem de associados que recorrem ao posto clínico de S. Brás (4%), anunciou também algumas melhorias, como um modelo mais ágil e eficaz para a marcação de consultas e a contratação de novos médicos, tudo isto em ordem a tornar mais eficientes os postos clínicos, prestando assim melhores serviços.


Alfredo Correia:


Em 2018 abriu-se um novo ciclo


A cerimónia tinha começado com uma intervenção de Alfredo Correia, vice-presidente do SBN e coordenador do pelouro do Desporto, que referiu ter o ano transato marcado uma época e iniciado um ciclo: “Foi uma época marcada pela elevada adesão e participação, tendo sido alargada aos familiares diretos dos nossos associados, desde que beneficiários do SAMS. Mas a época também ficou marcada, no final do ano, pela suspensão de toda a atividade no âmbito da Febase, determinada pelos dirigentes daquela federação sindical. Ora, o ciclo de 2019 inicia-se com a organização conjunta das nossas provas desportivas com o SNQTB e com o SIB, de igual modo alargada à participação dos familiares diretos dos associados daqueles sindicatos, desde que beneficiários dos respetivos SAMS. Assim, no ano de 2019 prosseguirá o convívio desportivo e salutar entre associados e familiares.”


Seguidamente, agradeceu o contributo prestado pelo diretor Angelino Saldanha, pelos membros dos corpos gerentes, pelo empenhamento de quantos participaram nas diversas modalidades, pela dedicação dos árbitros, e a todos os colaboradores, “sem os quais não teria sido possível organizar e pôr de pé uma logística tão complicada”, bem como deixou palavras de reconhecimento aos cônjuges e filhos dos participantes, “por terem prescindido da presença destes, compreendendo o que é o prazer de competir”.


Este ano, os prémios entregues foram diferentes: “Modificamos o seu modelo, substituindo o acrílico por peças em madeira, feitas à mão por um artista da cidade do Porto, enquanto os troféus coletivos substituíram as taças.”


     
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