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Seia: é preciso valorizar o interior do país

Em Seia, para valorizar o interior

Esta reunião do Secretariado Nacional decorreu em Seia, assinalando mais um importante momento em que a UGT deixa clara a prioridade dada à valorização do interior e a aposta que faz na aproximação às pessoas e aos seus reais problemas, envolvendo e chamando para este desafio o poder político e as organizações da sociedade civil.

O acolhimento positivo que estas iniciativas têm tido, reforça a determinação da central em prosseguir o trabalho de proximidade e de alerta para a centralidade exacerbada que Lisboa exerce em Portugal, mas também para a necessidade e para a urgência da construção de um país – territorial e socialmente – mais coeso e mais justo. Por isso, salienta que continuará a sua luta para que o interior não seja esquecido, uma vez que o sindicalismo também é solidariedade e também significa soluções.

Promover o emprego e o bem-estar dos cidadãos

Por último, o Secretariado Nacional da UGT aprovou por unanimidade, no dia 14 de dezembro, uma resolução sobre a promoção do emprego e o Pilar Europeu dos Direitos Sociais sublinhando ser urgente inverter o desmantelamento e o encerramento de serviços públicos em áreas centrais como a saúde, a educação e a justiça, mas também acautelar outros serviços essenciais como as finanças, o serviço postal ou os transportes: “O Estado Social não pode ser gerido por critérios orçamentais, como se se tratasse de um mero custo; deve ser tratado como um investimento na promoção do bem-estar para todos, na coesão e no progresso económico e social, objetivos indissociáveis do nosso Estado de Direito Democrático.”

Melhores salários para todos

A UGT reafirma que continuará, através dos sindicatos filiados e no quadro da negociação coletiva, a defender melhores salários para todos, sobretudo para aqueles que menos recebem. Nesse quadro, saúda os acordos recentemente alcançados pelos seus sindicatos do setor bancário.

Reformas antecipadas, com justiça

Neste domínio, a UGT espera que o Governo promova uma real discussão do regime de antecipação das reformas dos trabalhadores da administração pública no quadro das mesas negociais, visando nomeadamente assegurar um regime que suprima, também para aqueles, a aplicação do fator de sustentabilidade e um sistema mais eficiente.

Dignificar carreiras e serviços públicos

A UGT exige que o diálogo com os sindicatos da administração pública seja imediatamente retomado, em clima de abertura e boa-fé, de modo a que se possa avançar, não só nas matérias relacionadas com salários, aposentações e pré-reforma, mas também na revisão das carreiras gerais e nos processos negociais que urge serem concluídos, nomeadamente no que respeita a carreiras como as de inspeção externa do Estado, da fiscalização municipal, dos bombeiros, dos técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica, da Autoridade Tributária Aduaneira, da Polícia Municipal, dos professores, dos oficiais de justiça, dos enfermeiros, dos guardas prisionais, das forças de Segurança e dos registos e notários, entre outras.

     
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