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À vossa saúde!...

É com satisfação que anuncio esta alteração da rede convencionada, que se encontra inserida num conjunto de medidas que satisfará cada vez mais as necessidades dos beneficiários. À vossa saúde!...

A prestação de cuidados de saúde oferecidos pelo sistema de saúde do Sindicato dos Bancários do Norte vai proporcionar aos nossos associados e beneficiários do SBN/SAMS uma oferta muito mais abrangente, incluindo variadíssimas vantagens, já a partir do corrente mês de maio.
Como não é possível elencar, em tão curto espaço de um editorial, toda a vastidão dos benefícios proporcionados pelo acordo celebrado com a Advancecare – pois é disso que se trata – peço a vossa leitura atenta do suplemento destacável no interior da presente edição da Nortada.
É que, por exemplo, para além de a rede externa convencionada passar a cobrir integralmente todo o território nacional, posso desde já adiantar que apenas na região norte aparecerão muito mais de sete centenas de novas entidades a que os nossos beneficiários poderão recorrer.
Proximidade. Mais do que uma palavra, foi este o conceito que nos moveu ao tomarmos a decisão, que nos coloca na linha da frente do apoio aos bancários na satisfação das suas necessidades mais elementares, até porque este alargamento da rede de prestação de cuidados de saúde traduz também uma significativa redução dos preços dos atos médicos que os beneficiários passarão a pagar, atingindo-se assim o tríptico de maior variedade – mais qualidade – menores custos para os utentes.
Todavia, nada disto invalidará a possibilidade da continuação do recurso aos serviços internos do SAMS, nos postos clínicos de S. Brás, Cândido dos Reis, Aveiro e Braga. Do que se trata é de acrescentar, de complementar, de proporcionar maior liberdade de escolha, de criar mais opções, de nos colocarmos em maior sintonia com o mercado.
Apenas tudo será mais fácil, pelo que o modo de validação continuará a ser o cartão de beneficiário.
É, pois, com justificada satisfação que vos anuncio esta importante alteração da rede externa convencionada, o que se encontra inserido num conjunto de medidas programáticas que a Direção pretende implementar, por forma a satisfazermos cada vez mais as necessidades dos beneficiários. Brevemente vos darei conta dos projetos que temos em curso e que visam melhorar e aproximar esta casa que é de todos vós.

*** Os banqueiros portugueses não descansam. Andam afadigadíssimos numa demanda incessante no sentido de procurarem as melhores soluções para a reestruturação do sistema financeiro nacional.
E parece que, em seu entendimento, já encontraram a fórmula milagrosa: aumentarem de forma verdadeiramente obscena os seus rendimentos, ao mesmo tempo que propõem aumentos salariais miseráveis para os trabalhadores das suas instituições de crédito. Por outras palavras, ao fim de tantos anos, ainda não aprenderam nada. Ainda não perceberam que foram e são os trabalhadores quem manteve e mantém os bancos com elevado crédito junto dos clientes, tantas e tantas vezes, com acentuado sacrifício das suas vidas privadas. Ainda não perceberam que não é com salários de miséria que contribuem para o desenvolvimento da economia nacional. Ainda não entenderam que não é com este tipo de humilhação que conseguem ter os seus trabalhadores com a motivação necessária para um desempenho ainda de nível mais elevado. Nada – nenhuma situação conjuntural ou outra – justifica que os banqueiros tenham apresentado uma contraproposta vergonhosa de 0,4% de aumentos salariais, aos 3% reivindicados pelos sindicatos da Febase.
Haverá banqueiros que constituam exceção? Estou certo que sim. Mas, por enquanto, não parece. E à mulher de César não basta ser
E por isso está na altura de os trabalhadores bancários lhes darem uma resposta. Uma merecida resposta. Não considero que seja já necessário partir para formas de luta mais extremadas, como a greve. Mas o que os bancários deverão desde já fazer, em sintonia com os seus sindicatos da Febase (e outros, se considerarem que a unidade na ação é o caminho mais curto para se conseguir aumentos condignos), é, enquanto esta afronta perdurar, observar o rigoroso cumprimento do horário estipulado na convenção coletiva que os rege –, ou seja, sair do seu trabalho às 16h30.
É tempo de dizer “basta!”. A dignidade não se negoceia!

Por Mário Mourão

     
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