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Almoço de Natal (confraternização)

Como é habitual, o SBN vai levar a efeito, no próximo dia 8 de dezembro do corrente ano, na Quinta da Boiça, em Canas de Senhorim, Viseu, o almoço convívio da família bancária, com um aliciante programa de visitas e convívio. A iniciativa realiza-se com um mínimo de cinquenta e um máximo de 150 pessoas e as inscrições deverão ser efetuadas até ao próximo dia 30 de novembro nos locais e pelos meios habituais.


CANAS DE SENHORIM
É uma vila, sede de freguesia do concelho de Nelas, distrito de Viseu, que engloba ainda as povoações de Caldas da Felgueira, Póvoa de Santo António e Vale de Madeiros.
A mais antiga fonte documental relativa a Canas de Senhorim aparece em 1155, num texto que celebra um escambo entre Soeiro Mendes e a mulher.
Trinta anos passados, noutro documento lê-se que entre o mês de outubro de 1184 e junho de 1186, Soeiro Formariz e D. Mónica, sua mulher, Pedro Heriz e sua mulher, D. Maria, e Marílio, com todos os filhos, venderam, para sempre, a D. João Pires (ou Perez), então bispo de Viseu, a vila de Canas de Senhorim, «com todos os seus termos novos e antigos, com todas suas terras rotas e por romper, com suas águas e pastos e com todas as entradas e saídas…». Em novembro de 1186, conforme se lê numa carta de couto, o rei D. Sancho I doou ao bispo D. João Pires, num velho documento do cartório do cabido de Viseu, a «Vila de Canas, no limite de Senhorim ». Em 1192, ano do falecimento do bispo D. João Pires, o cabido da Sé de Viseu logo se apressou a tomar posse da vila de Canas de Senhorim.
Foi o referido cabido que, em 1196, outorgou aos moradores, presentes e futuros, a primeira carta de foral.
Outro foral conhecido, o foral novo, foi dado em Lisboa, a 30 de março de 1514, por El-Rei D. Manuel I.
Do texto desse foral colhe-se a informação de que já antes vigorava um outro «foral dado por composição entre o cabido e concelho», o que pressupõe, sem dúvidas, que Canas de Senhorim já era concelho antes do foral subscrito por Fernão de Pina em 30 de março de 1514. Foi extinto em 1852, embora a extinção nessa data não tenha ainda até hoje qualquer justificação legal, porque o decreto que a promulgou nem sequer foi publicado na Folha Oficial.
A maioria da população deseja ainda hoje que a freguesia seja elevada a concelho, reavendo o estatuto que a vila já teve anteriormente. Para esse efeito, o Movimento de Restauração do Concelho de Canas de Senhorim (MRCCS) tem realizado diversas ações políticas e mediáticas.
Durante muitos anos, Canas de Senhorim constituiu o mais importante polo industrial da região centro.
As suas indústrias mais significativas eram a Companhia Portuguesa de Fornos Elétricos, e a Empresa Nacional de Urânio, responsável em Portugal pela extração daquele minério, que operava na Urgeiriça. Ambas as empresas cessaram a atividade.

     
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