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Viagens Culturais - “Pelos caminhos do contrabando”

Ao longo da história, as fronteiras criaram formas de vida únicas. A fronteira entre Portugal e Espanha é conhecida como “raia”, onde foi criado um género cultural próprio, associado ao contrabando.
Dar a conhecer as vivências e as histórias do povo que viu nas trocas comerciais ilegais (contrabando) entre os dois países uma forma de subsistir, é dar a conhecer grande parte da história do povo “raiano”. Descobrir e sentir o que era ser contrabandista, as epopeias diárias de “passagem para a outra margem”, as fugas à “Guardia Civil” e à “Guarda Fiscal”, a dificuldade de carregar fardos de, entre outros produtos, café, tabaco e azeite e atravessar o ribeiro, assim como preparar os burros, carregá-los, tocá-los pelos trilhos do contrabando que eram alterados a qualquer momento, é o disfrutar de uma experiência de vida rude, num ambiente natural rodeado por belas paisagens e conhecer histórias e lendas ligadas à atividade do contrabando, contadas por alguns intervenientes.
Para melhor dar a conhecer a história e as vivências desse povo nos tempos duros do antanho, o pelouro Recreativo e Cultural, em colaboração com o pelouro do Lazer e Tempos Livres, vai promover uma recreação histórica dos “Caminhos do Contrabando”.
Do aliciante programa constam visitas a Vilarelho da Raia, onde será feito o encontro com os contrabandistas, que encaminharão os participantes para o local combinado e secreto, onde se encontram os burros e será feito o tratamento e aparelhamento dos mesmos, seguido do carregamento das mercadorias a transportar e será dado início à jornada do contrabando, por caminhos sinuosos.
Após o término da atividade, regresso à aldeia, com interpretação da paisagem e da envolvência, terá lugar um lauto almoço/ merenda do contrabando.
Segue-se uma visita ao Museu Etnográfico de Vilarelho, após o que se regressa a Chaves para visita ao centro histórico, com prova das águas termais mais quentes da Península Ibérica, que brotam a 73ºC e jantar com desfile de tapas e animação com uma queimada das bruxas.
No 3º dia, saída com destino a Boticas, onde será feito um percurso pedonal pelo centro histórico, com degustação do matabicho do Barroso, visita ao Centro de Artes Nadir Afonso e ao Centro Europeu de Interpretação da Escultura Castreja, seguindo pelo Miradouro de Seirrãos até Carreira da Lebre, para almoço.
Segue-se uma visita a Salto – visita ao Ecomuseu do Barroso –, continuando para Cabeceiras de Basto, com visita ao mosteiro de S. Miguel de Refojos e regresso às origens.
A atividade só será efetuada com um mínimo de trinta e um máximo de 45 inscrições, que deverão ser efetuadas impreterivelmente até ao próximo dia 31 de janeiro nos locais habituais.



     
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